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| segunda-feira, 23 de Novembro de 2009 | 02:47 |
Outros deram Propofol a Michael Jackson, argumenta médico
O médico de Michael Jackson afirmou que não foi ele o primeiro a fornecer Propofol ao «rei da pop», o fármaco responsável pela sua morte prematura, aos 50 anos, depois de uma paragem cardíaca. Conrad Murray revelou que dois outros clínicos davam o anestésico ao cantor.
Murray, um cardiologista com
consultórios em Houston e Las Vegas,
nos EUA, garante que o astro lhe tinha
revelado que recebia Propofol e outros
dois médicos na Alemanha, precisamente
a substância que, segundo o juiz
responsável pelo caso, teria sido a
causadora de uma overdose
acidental de medicamentos.
Os investigadores do caso estarão
ainda a equacionar se farão alguma
acusação criminal formal contra algum
dos médicos em causa, sendo que o
cardiologista tem sido o principal
visado, acusado de homicídio, tanto
pelas autoridades, que o consideram
suspeito, como pela família de Michael
Jackson, que já afirmou, publicamente,
que o clínico é culpado por
negligência.
Recentemente, documentos oficiais,
publicados em Las Vegas, no Nevada,
deram conta que, no momento da morte
do cantor, Murray, que se encontrava
presente, teria esperado mais de uma
hora antes de chamar os bombeiros e
desaparecer em seguida.
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