| A VERDADE DA MENTIRA | Autor: Vmar | Email: vmar_od@yahoo.co.uk |
| 23-10-2003 10:05:00 |
Solidariedade para com o Iraque Portugal vai doar 20 milhões de Euros para reconstrução do Iraque É correcto entregar este dinheiro quando o país tem tantas necessidades? Quando há tantas pessoas da 3ª idade com saúde precária, pois o sistema de saúde não funciona ou funciona mal, que não conseguem uma resposta digna aos seus males, é legitimo doar tanto dinheiro? Exemplos como este não faltam. Então porquê doar este dinheiro? Países muito mais ricos e desenvolvidos, como a Dinamarca ou a Suécia vão doar a mesma quantia. Queremos fazer figura como os outros? Lá diz o ditado que “quem não tem dinheiro não tem vícios”. Um dos grandes problemas do país não é somente o valor dos gastos, mas a desorganização dos gastos. Ou sejam gasta-se, mas essencialmente gasta-se mal. É evidente que tudo isto não tem nada a ver com a necessidade de solidariedade de que o Iraque precisa no momento. Já vamos gastar uns milhões com a operação da GNR no Iraque, agora vão mais 20 milhões. Quanto sobra para os portugueses? Ou à conta desta solidariedade vamos apertar o cinto mais um pouco. A nossa contribuição deveria estar de acordo com a situação actual do país. Os portugueses merecem tanta ou mais solidariedade do que qualquer outro povo. Haja moralidade! |
| 16-10-2003 10:33:00 |
Gabriel Garcia Marquez, talvez o último escrito Gabriel Garcia Marquez está muito doente. Enviou aos amigos uma carta que aqui se reproduz. Espectacular. |
| 15-10-2003 18:42:00 |
Pensamento do dia Aquele que, ao longo de todo o dia: É activo como uma abelha, Forte como um touro, Trabalha que nem um cavalo, E que ao fim da tarde se sente cansado que nem um cão. Deveria consultar um veterinário. É bem provável que seja um grande burro! |
| 14-10-2003 12:04:00 |
Big brother literário O manual do 10.º ano de Língua Portuguesa, apresenta aos alunos o regulamento do “Big Brother”, propondo-lhes que o apreciem e digam o que já sabem sobre o concurso. Se é importante a leitura e a interpretação de um regulamento na aprendizagem dos alunos, decerto haveria no país outros regulamentos, sem ligações a conteúdos de duvidosa qualidade e sem os obrigar a ter conhecimentos sobre shows que de conteúdo literário não têm nada. Se a questão se refere a conhecimentos e argumentação sobre questões sociais, aos alunos não faltam temas muito mais contributivos para a sua formação pessoal. A qualidade do ensino e sua vertente pedagógica são as vigas mestras para a aprendizagem dos alunos. Amanhã não vamos poder exigir à geração de hoje que fale e escreva português correcto quando hoje não os ensinámos convenientemente. Quando hoje se comenta tanto o desempenho escolar e se insinua o pouco empenho dos educandos, talvez se devesse questionar mais fortemente os conteúdos, os educadores e o sistema de educação. Uma reflexão profunda sobre todos os intervenientes na educação, sem tabus, decerto abriria novas perspectivas para um ensino de qualidade. |
| 12-10-2003 19:22:00 |
Oração dominical
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| 12-10-2003 19:19:00 |
Sexo no escritório![]() |
| 08-10-2003 21:58:00 |
Procura-se dono de estrada! População reparou estrada que nem autarquia nem organismos do Estado aceitam como sua. Se fosse para vir ao bolso do contribuinte decerto haveria vários organismos interessados. Não é estar sempre a dizer mal, mas convenhamos que isto não são atitudes de países da UE. |
| 07-10-2003 21:35:00 |
Solidariedade é necessária Não sendo o local indicado para o efeito, penso contudo que alguma divulgação terá. Recebi este mail que aqui posto: Passo mensagem de pedido urgente para colega da Tecnidata. p/ favor, usem os vossos contactos. Bébé à morte! Este menino é filho de uma colega da Tecnidata , para quem conhece é o bébé da Ana Anjos. Passem este pedido aos vossos amigos !! PRECISAMOS DE SOLIDARIEDADE E DE FAZER ESTE MAIL CORRER RAPIDAMENTE. O TEMPO ESTÁ CONTRA NÓS... O DAVID ANJOS TEM 3 ANOS SOFRE DE LEUCEMIA (DIAGNOSTICADA HÁ CERCA DE 1 MES) E ENCONTRA-SE INTERNADO NO IPO. PRECISA DE SANGUE B RH(-). O SEU ESTADO É JÁ MUITO GRAVE, POR ISSO SEJAM RÁPIDOS. PASSEM ESTE MAIL, OU SE TIVEREM ESTE SANGUE DIRIJAM-SE AO IPO E DIGAM QUE VÃO DAR SANGUE PARA O DAVID ANJOS. |
| 07-10-2003 21:33:00 |
Sombras![]() |
| 06-10-2003 18:52:00 |
A Ejaculação Precoce da Propina Tem-se escrito muito sobre o novo regime da autonomia universitária, e alguns sectores advogam o princípio “Todos os serviços têm um valor - e esse valor deve ser pago por quem o utiliza”. É um princípio perigoso. Olhando para ele, assim sem mais nem menos, até parece justo e correcto. Mas a sua aplicação cega, feita numa lógica simplista e crua, é caminho curto e directo para injustiças e desumanidades. No caso concreto do aumento das propinas, a passagem de uma propina de 350 Euros para 852 Euros representa um aumento brutal, que pode não perturbar quem tem bons rendimentos mas vai deixar «à nora» as famílias de recursos económicos mais fracos. Tal não seria tão gravoso se tivesse havido – entre outras medidas de fundo, muito mais importantes e necessárias - a preocupação básica da sua implementação gradual, como acontece com o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis). Mas não. Decretou-se o aumento das propinas. A matar. Pois claro, quem quer andar na Faculdade que a pague!... A meta dos 852 Euros que, segundo cálculos feitos, representa actualmente o valor da propina paga nos anos quarenta, não passa de uma grande demagogia, pois assenta num raciocínio que parte de uma premissa errada. É que, nos anos quarenta, só tinha acesso à universidade uma reduzida – muito reduzida - população elitista, saída, na sua esmagadora maioria, de famílias que se governavam bem em termos económicos e financeiros. De fora ficava o grosso da população do país, milhares e milhares de analfabetos e atrasados culturalmente. Felizmente, hoje já não é assim. A entrada na Universidade democratizou-se, se calhar com muita pena de alguns «senhores» que nos governam. É que, como todos sabem, os analfabetos têm a vantagem de terem poucas necessidades e nenhuma ou pouca acção reivindicativa e, portanto, socialmente são mais fáceis de contentar e de calar. Quanto ao argumento, usado e abusado, até em publicidade na TV, de que nenhum estudante universitário vai deixar a faculdade por questões económicas pois, para isso é que existem as bolsas de estudo e o apoio social escolar, não passa da mais refinada e revoltante demagogia. Os escalões de capitação são ridiculamente baixos. É ridículo que o 1º escalão seja de 89 €. Qual a família que consegue viver com esta capitação e manter um filho numa universidade?. O que leva que, em termos práticos, só seja acessível aqueles que, fugindo ao fisco, declaram rendimentos abaixo do efectivamente recebidos. O que é um «dois em um», neste caso significa duas injustiças numa só. Aliás, toda a gente sabe que é assim. Esta questão é, há muito, conhecida e contestada nos meios académicos. Com o esquema em vigor de apoio social e, partindo do princípio – com base na garantia dada pelo Ministério de que não vai haver redução de verba - que, este ano, os montantes sejam os mesmos do ano anterior, isso leva a que o número de estudantes com apoio social vai diminuir. É tudo uma questão de contas: o mesmo dinheiro a dividir por propinas mais altas resulta diminuição de bolseiros. E não estão a ser contabilizadas outras despesas como subsídios para transportes, alimentação e dormida... Critica-se muito os meninos que se passeiam nas faculdades por seis, sete e mais anos, nos seus carrões e que estudam pouco por falta de tempo, pois perdem-no nas festas e bares da noite. Acho bem. Mas, e os outros? Aqueles que desejam honestamente tirar um curso superior e nem se candidatam à universidade pois, contas feitas a uma eventual bolsa que poderiam obter, não dá para sobreviver, quanto mais para pagar despesas escolares? Parece-me que seria justo o principio “quem tem dinheiro para carros e festas deve pagar propinas a dobrar”. Se calhar, quase toda a gente concorda. Mas como levá-lo à pratica? Um dos problemas graves na sociedade portuguesa, nesta e noutras situações, é que muitas leis funcionam como remendos dos problemas e não vão ao fundo das questões. O aumento das propinas é paradigmático disto. O argumento de que o financiamento das Universidades assenta nos impostos está correcto. O que já não está correcto é que se diga que são pagos por todos nós. Quem são “todos nós”? Se são os trabalhadores por conta de outrem, que não conseguem fugir aos impostos, estamos de acordo. Mas, e todos os outros, que poderiam – e deveriam - representar uma fatia importante no rendimento colectável? É que não é isso que se verifica. Mas isso levava-nos à questão fiscal e essa, ainda que fulcral - e exactamente por isso -, merece tratamento próprio. Acrescento apenas, no que diz respeito à questão fiscal, uma das questões mais graves que afecta o país, nas últimas duas décadas, é a transparência fiscal dos contribuintes. Da direita à esquerda todos o reconhecem como um problema tremendo. Contudo, continuamos a discutir métodos e objectivos, mas em termos práticos pouco se avançou. Aliás, todos o sabemos, o conceito de que quem paga os impostos todos é parvo e estúpido continua a vigorar na nossa sociedade. A cultura da evasão, seja fiscal seja de qualquer outra natureza, está já tão enraizada nas nossas mentes que parece transmitir-se geneticamente aos descendentes. A resolução desta questão terá fortes consequências na vida dos portugueses a vários níveis, sejam eles a educação, a saúde, o trabalho ou a segurança social. Quanto ao investimento na educação, convém não esquecer que Portugal gasta menos de metade da média dos 30 países da OCDE, portanto apesar do que se tem dito não é um investimento exorbitante. Mesmo que se analise a questão do investimento à luz das dificuldades do país e que se argumente com estas para considerar o dito investimento elevado, não passa de conversa de «encher». É verdade básica que o esforço na educação tem de ser sempre um alvo prioritário de qualquer governo empenhado no salto qualitativo na esfera internacional. A preparação académica é fundamental para ultrapassar os obstáculos que se nos deparam no presente. As estatísticas internacionais – e portanto independentes – revelam não só a deficiente preparação de muitos dos nossos trabalhadores mas também dos nossos empresários. Da preparação dos nossos estudantes hoje, resultará amanhã qualidade dos nossos trabalhadores, empresários e governantes. È que para sermos bem governados também temos que investir na sua formação. E assim, para além de uma questão económica, a questão da educação é também uma questão política e um investimento no futuro. Resta acrescentar que os resultados de uma política de educação só começam a ser visíveis ao fim de alguns anos. Ponham os olhos na Irlanda, de que se fala frequentemente, e saibam que os resultados que hoje se vêem começaram com políticas de formação há uma década. Por último, não há garantias que este aumento sirva para aumentar a qualidade do ensino ou o melhor equipamento das instituições. Porventura servirá para liquidar despesas de funcionamento e ajudar a anular o défice dos estabelecimentos de ensino, vitimas da redução de verbas no passado recente. Voltando ao princípio, ou seja à questão do utilizador-pagador, ao conceito do «quem quer um serviço tem de o pagar», imagine-se uma aplicação simplista do conceito, por exemplo, no sector da saúde. Rapidamente poderia acontecer o seguinte: - O número de óbitos na 3ª idade subiria vertiginosamente. - As despesas com reformas e medicamentos desceriam vertiginosamente - A nossa população seria reduzida vertiginosamente - O rejuvenescimento da população subiria vertiginosamente - O crescimento económico do país subiria vertiginosamente Mas seria socialmente e moralmente justo? Podem argumentar que saúde e educação não é bem a mesma coisa. Saúde (que, já agora, anda cada vez pior) joga com a vida de cada um, literalmente falando. Mas a educação também, sem ela o país acaba por morrer. Há valores que julgo não terem preço, e ver algumas situações em termos mercantilistas é ter uma visão mesquinha da vida. |
| 05-10-2003 18:14:00 |
Gestão empresarial Três Casos Típicos analisados num encontro mundial de gestão empresarial. Caso 1: Ia uma jovem a passear com o seu namorado, quando ouviram uns empregados de umas obras gritar: - Oh cabrão, não a leves a passear, leva-a mas é para um lugar escuro e come a gaja !!! O rapaz, muito envergonhado, segue o seu caminho com a namorada e passam por um parque onde estão vários reformados sentados que ao vê-los começam ás bocas ao noivo: - De mãozinha dada com a miúda, devias é levá-la para um motel, ó paneleiro!!!! O rapaz, cada vez mais envergonhado, decidiu-se levar a namorada a casa e despede-se: - Então até amanhã, meu amor ! A noiva responde-lhe : - Até amanhã, surdo de merda !!! Conclusão: Escuta e põe em prática os conselhos dos consultores externos, são gente com experiência, se não o fizeres, a tua imagem e gestão empresarial ver-se-ão seriamente deterioradas. Caso 2: Um réu, condenado a prisão perpétua por assassínio em primeiro grau, consegue fugir ao fim de 25 anos na prisão. Ao fugir, entra numa casa onde dorme um jovem casal. O assassino ata o homem a uma cadeira e a mulher à cama. A seguir, encosta o seu rosto ao peito da mulher, levantando-se de seguida e saindo a seguir do quarto. Imediatamente, arrastando a cadeira, o marido aproxima-se da esposa e diz-lhe: - Meu amor, este homem não vê uma mulher há anos. Eu vi-o beijando-te o peito e aproveitando que ele se afastou um pouco, quero pedir-te que cooperes com ele e faças tudo o que ele te pedir. Se ele quiser fazer sexo contigo não o evites e finge que gostas. Por favor, não o afastes. As nossas vidas dependem disso!!! Sê forte, minha linda, eu amo-te. A jovem esposa diz ao marido: - Querido, estou reconhecida que penses assim! Efectivamente este homem não vê uma mulher há anos, no entanto não estava a beijar-me o peito. Estava a dizer-me ao ouvido que gostou muito de ti e perguntou-me se guardamos a vaselina na casa de banho. Sê forte, meu lindo; eu também te amo muito. Conclusão: Não estar verdadeiramente informado pode trazer sérios inconvenientes. A informação actualizada e exacta é fundamental para sair com êxito do ataque de competência desleal e assim evitar surpresas desagradáveis. Caso 3: Um rapaz vai a uma farmácia e diz ao farmacêutico: - Senhor, dê-me um preservativo. A minha namorada convidou-me para ir jantar esta noite lá a casa, já saímos há três meses, a pobre começa a estar muito quente e parece-me que me vai pedir para lhe pôr o "termómetro". O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia. De imediato, volta a entrar, dizendo: - Senhor , é melhor dar-me outro, porque a irmã da minha namorada, é uma boazona de primeira, passa a vida a cruzar as pernas à minha frente que ás vezes até lhe vejo as entranhas. Acho que também quer algo, e como vou jantar hoje lá a casa ..... O farmacêutico dá-lhe o preservativo e o jovem sai da farmácia. De imediato, volta a entrar, dizendo: - Senhor, é melhor dar-me outro, porque a mãe da minha namorada também é boa como o milho. A velha, quando a filha não está ao pé, passa a vida a insinuar-se dum modo que me deixa atrapalhado, e como eu hoje vou jantar lá a casa...... Chega a hora da comida e o rapaz está sentado à mesa com a sua namorada. Ao lado, a mãe e a irmã á frente. Nesse instante entra o pai da namorada e senta-se também à mesa. O rapaz, baixa imediatamente a cabeça, une as mãos e começa a rezar: - Senhor, abençoa estes alimentos, bzzzz, bzzzz, bzzzz,... damos-te graças por estes alimentos ... Passa um minuto e o rapaz continua de cabeça baixa rezando: - Obrigado Senhor por estes dons, bzzz, bzzz, bzzz.... Passam cinco minutos e prossegue : - Abençoa Senhor este pão, bzzz, bzzz, bzzz,.... Passam mais de dez minutos e o rapaz continua de cabeça baixa rezando. Todos se entreolham surpreendidos e a namorada diz-lhe ao ouvido: - Meu amor, não sabia que eras tão crente ...!!! - E eu não sabia que o teu pai era farmacêutico !!! Conclusão: Não comente os planos estratégicos da empresa com desconhecidos, porque essa inconfidência pode destruir a sua própria organização. |
| 05-10-2003 11:14:00 |
Praxes e praxados Um grupo de 11 caloiros do polo do Instituto Superior Técnico localizado em Oeiras simulou um assalto a um balcão da Caixa Geral de Depósitos naquela localidade. Da ingenuidade de alguns jovens, poderá resultar, uma profunda alteração na vida, que estes tinham delineado para os próximos tempos. O esforço e o stress do passado recente, poderá ter sido um trabalho inglório. Tudo isto pela irresponsabilidade de uns meninos, que ligeiramente mais velhos, se julgam donos dos estabelecimentos de ensino que frequentam, e agem como donos de tudo e de todos, com atitudes prepotentes, dignas dos mais famosos ditadores. Pena é que a ingenuidade seja a única vítima em todo este processo, enquanto a arrogância fica impune. |
| 03-10-2003 13:05:00 |
Bolsas de estudo No DN de hoje vem a noticia que se transcreve este bloco: “...Os estudantes cujos rendimentos familiares se inserem no escalão mínimo _ menos de 89 euros de capitação _ , que frequentem estabelecimentos de ensino superior com a propina máxima (852 euros), que beneficiem de todos os complementos de subsídio para cobrir despesas de deslocação e alojamento (que podem chegar a 35% do salário mínimo), poderão receber o valor máximo, 531 euros mensais....” Mas quem é que consegue manter um filho na universidade com uma capitação de 89 euros? Serão histórias do Pai Natal para embalar o povo? Ou alinha-se oficialmente com a fuga ao fisco? |
| 03-10-2003 13:04:00 |
No poupar está o ganho A Senhora Ministra das Finanças, que tem dado ordens no sentido de se poupar em todo o lado, devia debruçar-se seriamente sobre a poupança que conseguiria com a implementação do Linux, em substituição do Windows. Numa altura em que se pretende avançar fortemente nas novas tecnologias, em largos sectores do Estado, a introdução desta plataforma, conduziria certamente a uma poupança significativa. Notícias que nos chegam, dão conta que, vários países estão já a desenvolver esforços no sentido da substituição gradual do Windows. Esta é uma poupança que não trás qualquer inconveniente, excepto para o Bill Gates. |
| 02-10-2003 11:47:00 |
NOVO CALENDARIO PARA O ANO 2004 Dada a urgência dos trabalhos solicitados aos trabalhadores, foi implementado um novo calendário para que nunca se atrasem na entrega dos mesmos. NOVO CALENDARIO PARA O ANO 2004! --------------------------------------------------------------------- O URGENTÁRIO =================================== SAN SEX SEX SEX QUI QUA TER 8 7 6 5 4 3 2 15 14 13 12 11 10 9 22 21 20 19 18 17 16 29 28 27 26 25 24 23 36 35 34 33 32 31 30 =================================== 1) Este calendário foi desenvolvido para atender aos trabalhos URGENTES. Todos os trabalhos são pedidos para "ontem" e, por isso, todas as datas correm para trás. Desta forma, o chefe pode pedir o trabalho no dia sete (7) e recebê-lo no dia três (3). 2) Normalmente é solicitado que os trabalhos fiquem prontos no máximo até sexta-feira, portanto foram colocadas três (3) sextas-feiras em cada semana. 3) Existem cinco novos dias acrescidos no final de cada mês para que não haja atrasos nos trabalhos de fecho. 4) O dia primeiro foi eliminado para que não se entreguem os trabalhos de final do mês no primeiro dia do mês seguinte. 5) Ninguém gosta de segundas-feiras, portanto este dia também foi eliminado do Urgentário. 6) Não existem sábados e domingos, para que as horas extras não onerem a folha de pagamento. 7) Foi criado um dia especial na semana, que é a "Santa-feira", destinada aos trabalhos que exigem "Milagres". |
| 30-09-2003 12:21:00 |
Vícios Um dia li que fumar era mau e deixei de fumar. Li que beber era mau e deixei de beber. Li que sexo era mau e ... deixei de ler ! |
| 30-09-2003 12:13:00 |
Protectores do nada Afinal parece que os protectores solares não servem para nada. Bom, servem para deixar a carteira mais leve. Segundo um estudo britânico a maioria dos protectores não tem qualquer efeito protector sobre a pele. Os efeitos dos raios solares não são atenuados pelo uso desses produtos. |
| 27-09-2003 17:20:00 |
Alimentação saudável.... sem tabaco Os estudos mais recentes mostram que as doenças cardiovasculares matam mais mulheres do que homens em todo o mundo. Ok! Tomei nota. Sugerem que para manter o coração em bom estado, é necessário ter uma alimentação saudável e deixar de fumar. O que é uma alimentação saudável? Vacas loucas, ou frangos com nitrofuranos? Peixes fresquinhos com mercúrio, ou trutas de aviário? Salmonetes a 28 €, para comer com os olhos, já que pela boca a carteira não consegue empurrar? Cereais com transgénicos? Alfaces de injecção super rápida? Maçãs com pesticidas e de sabor indefinido? Comida fast food de acordo com as tendências? Um pastelinho de bacalhau acompanhado com uma sopinha, bem rápido, que o trabalho aperta? Macrobiótica? Quanto ao fumo, todos fumam. Este vem de várias maneiras, se não é dos escapes dos automóveis, é das chaminés das fábricas ou do fogo que nos últimos tempos se assumiu como líder do fumo. Quanto ao fumo de tabaco também quase todos fumam, só que uns pela própria boca e outros pala boca alheia. No entanto a pergunta – se faz tanto mal como se entende que o número de fumadores não pare de aumentar? |
| 27-09-2003 16:53:00 |
Resultados futebolísticos Desabafo da irmã mais velha de Cristiano Ronaldo: ‘Pois é, ainda há uns meses eras o nosso menino e já és uma das pessoas mais importantes do mundo’ |
| 25-09-2003 21:00:00 |
HELPDESK Helpdesk: "Em que posso ajudar?" Cliente: "Estou a escrever o meu primeiro e-mail." Helpdesk: "OK, qual é o problema?" Cliente: "Já fiz a letra A, como é que se faz o círculozinho à volta dela?" |
| 25-09-2003 10:17:00 |
Sinais do presente e resultados do passado O Grupo de Vigilância anglo-americano do Iraque formado por 1.400 cientistas, especialistas militares e de inteligência não encontrou nenhum indício de armas de destruição massiva no território iraquiano, indica um relatório que irá ser tornado público no próximo mês de Outubro. As razões para o ataque ao Iraque continuam por encontrar. Sobre os objectivos de estabelecer um regime democrático, no país, vamos aguardar se bem que no passado os resultados não foram famosos. Eis aqui uma lista dos países que foram bombardeados pelos Estados Unidos, só após o fim da 2ª Guerra Mundial: China 1945-46 Coreia 1950-53 China 1950-53 Guatemala 1954 Indonésia 1958 Cuba 1959-60 Guatemala 1960 Congo 1964 Perú 1965 Laos 1964-73 Vietname 1961-73 Cambodja 1969-70 Guatemala 1967-69 Granada 1983 Líbia 1986 El Salvador anos 80 Nicarágua anos 80 Panamá 1989 Iraque 1991- Sudão 1998 Afeganistão 1998 Jugoslávia 1999 Afeganistão 2001 Em quantos destes países, os bombardeamentos fizeram emergir um governo democrático, que respeite os Direitos Humanos ? |
| 25-09-2003 10:02:00 |
Gafes em Tribunais P: Essa doença, a miastenia gravis, afecta a sua memória? R: Sim. P: E de que modo e que ela afecta sua memória? R: Bom, eu esqueço-me das coisas. P: Você esquece !!! Pode dar-nos um exemplo de algo de que você se tenha esquecido? ------------------------------------------------------------------------- P: Que idade tem o seu filho? R: 38 ou 35, não me lembro ao certo... P: Há quanto tempo e que ele mora com você? R: Há 45 anos. ------------------------------------------------------------------------- P: Qual foi a primeira coisa que seu marido disse quando acordou naquela manha? R: Ele disse, "Onde e que eu estou, Beta?" P: E porque e que você se aborreceu com isso ? R: Porque o meu nome é Célia. ------------------------------------------------------------------------- P: O seu filho mais novo, o de 20 anos... R: Sim. P: Que idade e que ele tem? ------------------------------------------------------------------------- P: Então, a data da concepção do seu bebe foi 08 de Agosto? R: Foi sim. P: E o que e que você estava a fazer nesse dia? ------------------------------------------------------------------------- P: Ela tinha 3 filhos, certo? R: Certo. P: Quantos eram rapazes? R: Nenhum P: E quantos eram meninas? ------------------------------------------------------------------------- P: Poderia descrever o suspeito? R: Ele tinha estatura media e usava barba. P: Era um homem ou uma mulher? ------------------------------------------------------------------------- P: Doutor, quantas autopsias o senhor já realizou em pessoas mortas? R: Todas as autopsias que fiz foram em pessoas mortas... ------------------------------------------------------------------------- P: Aqui no Tribunal, para cada pergunta que eu lhe fizer, a sua resposta deve ser oral, entendido? Que escola e que você frequenta? R: Oral. ------------------------------------------------------------------------- P: Doutor, o senhor lembra-se da hora em que começou a examinar o corpo da vitima? R: Sim, a autopsia começou as 20:30. P: E o Sr. Decio já estava morto a essa hora? R: Não?!? Ele estava sentado na maca, e perguntava porque e que eu estava a autopsia-lo. ------------------------------------------------------------------------- P: O senhor esta qualificado para nos fornecer uma amostra de urina? ------------------------------------------------------------------------- P: Doutor, antes de fazer a autopsia, o senhor confirmou o pulso da vitima? R: Não. P: O senhor viu-lhe a pressão arterial? R: Não. P: O senhor viu-lhe a respiração? R: Também não. P: Bom, então, é possível que a vitima estivesse viva quando a autopsia começou? R: Não, é impossível. P: Como e que o senhor pode ter essa certeza? R: Porque o cérebro do paciente estava num jarro sobre a mesa. P: Mesmo assim, não podia acontecer que ele ainda estivesse vivo? R: Sim, é possível que ele estivesse vivo e exercendo direito em algum lugar!!! |
| 24-09-2003 13:00:00 |
Proibir...Proibir... Proibir... Vaticano quer proibir palmas nas grejas O Vaticano quer proibir 37 actos que hoje são considerados vulgares nas celebrações litúrgicas e entre os quais se encontram os aplausos, as danças e a leitura de outros textos que não os da Bíblia e dos missais. Segundo um esboço de um texto que está a circular pelo hierarquia da Igreja no mundo inteiro e cujas principais ideias foram divulgadas na revista mensal italiana Jesus, propriedade dos padres paulistas, o Vaticano apresenta uma lista de actos que devem ser proibidos nas celebrações litúrgicas já a partir de 2004. Por isso, bater palmas – hoje muito habitual nos casamentos, por exemplo – ter raparigas a auxiliar os padres durante a missa, dançar, ler textos que não sejam da Bíblia e dos missais e celebrar missas conjuntas passarão a ser proibidos se o texto entrar em vigor. O primeiro esboço foi recebido com muitas críticas, o que poderá levar à revisão de algumas das medidas previstas no documento. In Diário Digital Deixem passar mais uns tempos e qualquer dia querem voltar às fogueiras e aos churrascos! |
| 24-09-2003 12:38:00 |
Chats à borla acabou Como previa aqui, não há fumo sem fogo. Deixem-se de falsos puritanismos, e assumam o busílis da questão: Estão cá para ganhar dinheiro, e não para oferecer serviços. Microsoft encerra «chat» gratuitos e introduz serviços pagos MSN tem 350 milhões de utilizadores por mês Microsoft encerra «chat» gratuitos e introduz serviços pagos A Microsoft, maior fabricante de «software» do mundo, irá encerrar os «sites» de conversação gratuita na Internet, denominados «chat», e irá lançar um serviço pago nos EUA, Canadá e Japão. ........... Estas salas de conversação estão dividas por áreas de interesse onde os internautas conversam entre si, utilizando a sua verdadeira identidade, ou um «nick», ou seja, um nome pelo qual são conhecidos na «web». A empresa norte-americana só irá lançar o serviço pago nos EUA, Canadá e Japão, uma vez que noutras regiões este serviço não seria sustentável. O lançamento será feito a 14 de Outubro. Este é uma via de comprometer os utilizadores, uma vez que terão que fornecer alguns dados como o número do cartão de crédito. In Negócios |
| 24-09-2003 12:30:00 |
O Valor das Mulheres Um homem estava extremamente triste e desencorajado de se levantar todas as manhãs para ir trabalhar, enquanto a mulher ficava em casa sem fazer nada. Querendo que ela soubesse quanto custa ir cada dia trabalhar, ele fez o seguinte pedido: "Meu Deus, eu vou trabalhar todos os dias durante 8 horas, sem contar com o transporte de ir e vir que me ocupa 3 horas... Tudo isto enquanto a minha mulher fica em casa! Eu queria que ela soubesse o quanto eu sofro. Você poderia trocar os nossos corpos para que ela compreendesse o meu Calvário?" O Bom Deus, na sua infinita bondade, concedeu-lhe o pedido e no outro dia de manhã, o homem acordou, mas trocado em mulher. Então ELA(ele)... 1. Preparou o café da manhã para a família 2. Acordou as crianças 3. Preparou as roupas para a escola 4. Deu-lhes de comer 5. Preparou-lhes o lanche para levarem prá a escola 6. Levou-os à escola 7. Passou pela lavanderia na volta para casa 8. Passou pelo banco 9. Parou no supermercado para algumas compras 10. Voltou para casa para desembalar e arrumar as compras 11. Recebeu o correio e pagou algumas facturas 12. Preparou o almoço 13. Comeu sozinha em 10 minutos 14. Limpou e arrumou os quartos e deu banho no cachorro 15. Lavou a roupa 16. Passou o aspirador, tirou o pó e lavou o chão 17. Correu para buscar os filhos na escola e aturou os gritos deles dentro do carro 18. Deu-lhes qualquer coisa para beber e comer 19. Mandou-os fazer os deveres escolares 20. Passou a roupa a ferro, enquanto via um pouco de televisão 21. Começou a descascar as batatas e lavou os legumes para a salada 22. Preparou a carne e uma torta de maçãs para a sobremesa 23. Serviu o jantar, depois limpou a mesa e a cozinha 24. Encheu a lava-louça 25. Apanhou a roupa suja de uns e outros que estava espalhada 26. Deu banho nos filhos e colocou-os na cama, e... 27. Às 22:00h, ela estava muito cansada, mesmo com os trabalhos do dia não terminados. Ela foi, portanto, para a cama, onde o marido a esperava para fazer amor... o que ela fez, sem se queixar. No outro dia de manhã, ela (ele) levantou-se, pôs-se de joelhos próximo da cama, e rezou: "Meu Deus, eu não sei como pude pensar tão mal... Eu estava enganado por ter inveja da minha mulher que ficava em casa... Por favor, Fazei com que nós possamos cada um retomar aos nossos corpos originais." O Bom Deus, na sua infinita bondade, respondeu: "Meu filho, Eu creio que tu aprendeste a lição, e ficarei muito feliz, em restabelecer as coisas, tal e qual com estavam antes, mas é preciso esperar 9 meses... tu ficaste grávido ontem à noite!!!" |
| 24-09-2003 11:05:00 |
É chato acabarem os chats Microsoft encerra chats em Outubro A Microsoft vai encerrar todas as salas de chat MSN em 28 países alegando que estes espaços virtuais contribuem para propagar conteúdos pedófilos e pornográficos e «spam» (publicidade não solicitada). A partir de 14 de Outubro, o gigante de software norte-americano promete encerrar o serviço de chat MSN em toda a Europa, Médio Oriente, África, Ásia e América latina, obrigando milhares de utilizadores a procurar outras alternativas para discutir os temas quotidianos. O serviço apenas permanecerá aberto nos EUA, Japão e Canadá. Segundo um comunicado da empresa emitido esta quarta-feira, o chat livre e sem supervisão tem permitido a um sem número de utilizadores enviar «spam», grande parte deles com conteúdos pornográficos, e, em alguns casos, que permitem aos pedófilos chegar a menores. Os EUA, Canadá e Japão vão adoptar um serviço de chat sem supervisão unicamente para subscritores que são considerados mais fiáveis devido à sua identidade e alguns dados que estejam registados na base de dados da companhia. A Microsoft informa que irá enviar um e-mail a todos os utilizadores ainda esta semana a anunciar o encerramento do serviço. In Diário Digital Os tentáculos do caso Casa Pia já chegaram à Microsoft? Os conteúdos porno são distribuídos pelo MSN? É o MSN o grande responsável de “spam”? Ou o Bill decidiu que as borlas acabaram e já é tempo de cobrar serviços ( é preciso obter muitos rendimentos para continuar com o estatuto do “Mais Rico do Mundo” por mais alguns anos ) |
| 24-09-2003 10:26:00 |
Verão quente Verão de 2003 foi o mais quente dos últimos cinco séculos, diz estudo Uma equipa de cientistas suíços divulgou esta terça-feira que o Verão passado foi o mais quente dos últimos 500 anos na Europa. Durante a onda de calor que assolou o velho continente em Agosto, as temperaturas bateram o último recorde, que pertencia ao longínquo ano de 1757. Em breve será possível assar frangos, colocando-os simplesmente ao sol . Sempre sai mais barato. E quem não tiver muito tempo para ir controlando a assadura, convém usar protector solar, para que o bicho não fique estorricado. |
| 24-09-2003 10:11:00 |
Pensamento do dia "Alguns homens amam tanto as suas mulheres, que para não as gastarem, preferem usar as dos outros" |
| 23-09-2003 13:13:00 |
Nostalgia do passado.... Perdido entre byts e bytes encontrei este mail. Apesar do avanço da sociedade em quase todos os aspectos, alguma coisa se perdeu. De certeza muitas situações seriam incompativeis. Contudo, provavelmente muita gente sentirá saudades do tempo que adiante se descreve. Olhando para trás, é difícil acreditar que estejamos vivos !!!!! - Nós viajávamos em carros sem cintos de segurança ou air bag. - Não tivemos nenhuma tampa à prova de crianças em frascos de remédios, portas, ou armários e andávamos de bicicleta sem capacete, sem contar que pedíamos boleia. - Bebíamos água directamente da mangueira e não da garrafa. - Gastámos horas a construir os nossos carrinhos de rolamentos para descer ladeira abaixo e só então descobríamos que nos tínhamos esquecido dos travões. Depois de colidir com algumas árvores, aprendemos a resolver o problema. - Saíamos de casa de manhã, brincávamos o dia inteiro, e só voltávamos quando se acendiam as luzes da rua. - Ninguém nos podia localizar. Não havia telemóveis. - Nós partimos ossos e dentes, e não havia nenhuma lei para punir os culpados. Eram acidentes. Ninguém para culpar, só a nós próprios. - Tivemos brigas e esmurramos uns aos outros e aprendemos a superar isto. - Comemos doces e bebemos refrigerantes mas não éramos obesos. - Estávamos sempre ao ar livre, a correr e a brincar. - Compartilhamos garrafas de refrigerante e ninguém morreu por causa disso. - Não tivemos Playstations, Nintendo 64, vídeo games, 99 canais a cabo, filmes em vídeo, surround sound, telemóveis, computadores ou Internet. Nós tivemos amigos. Nós saíamos e íamos ter com eles. - Íamos de bicicleta ou a pé até casa deles e batíamos à porta. Imaginem tal uma coisa! Sem pedir autorização aos pais, por nós mesmos! Lá fora, no mundo cruel! Sem nenhum responsável! Como conseguimos fazer isto? - Fizemos jogos com bastões e bolas de ténis e comemos minhocas e, embora nos tenham dito que aconteceria, nunca nos caíram os olhos ou as minhocas ficaram vivas na nossa barriga para sempre. - Nos jogos da escola, nem toda a gente fazia parte da equipa. Os que não fizeram, tiveram que aprender a lidar com a decepção... - Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros. Eles repetiam o ano! Que horror! Não inventavam testes extras. Éramos responsáveis por nossas acções e arcávamos com as consequências. Não havia ninguém que pudesse resolver isso. A ideia de um pai nos protegendo, se desrespeitássemos alguma lei, era inadmissível! Eles protegiam as leis! Imaginem! A nossa geração produziu alguns dos melhores compradores de risco, criadores de soluções e inventores. Os últimos 50 anos foram uma explosão de inovações e novas ideias. Tivemos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade, e aprendemos a lidar com isso. Tu és um deles. Parabéns! Passem isto para outros que tiveram a sorte de crescer como crianças, antes dos advogados e dos governos regularem as nossas vidas, para nosso próprio bem. |
| 23-09-2003 12:48:00 |
Telelés com crédito Nokia lança telemóveis que funcionem como cartões de crédito A Nokia, maior fabricante de terminais móveis, irá lançar terminais móveis que possam ser utilizados como cartões de crédito após ter celebrado uma parceria com a Visa International, maior empresa de cartões de crédito. Os terminais 6600 e 6220, que serão lançados ainda este ano, terão uma aplicação que permitirá aos clientes Visa utilizar os seus telemóveis como cartões de crédito, divulgou a empresa finlandesa em comunicado. A aplicação irá permitir também armazenar informação, como detalhes de pagamento, endereços e notas pessoais. In Negócios Anda para aí meio mundo endividado até ao pescoço, e completamente “agarrado” aos cartões de crédito. Com estas facilidades, qualquer dia, ainda vai o outro meio mundo. |
| 23-09-2003 11:36:00 |
Ambiente e ...política Maior glaciar do Árctico partiu-se A maior placa de gelo do oceano Árctico, no norte do Canadá, com três mil anos, dividiu-se em dois, segundo informaram esta terça-feira investigadores norte-americanos e canadianos. O fenómeno reaviva a problemática do aquecimento global........ Os investigadores apontam o dedo ao aquecimento global, que se tem manifestado em aumentos médios de temperatura de 0,5º C anualmente, durante as últimas seis décadas. In Diário Digital São as consequências da sociedade “moderna”. Evoluímos extraordinariamente do ponte vista tecnológico, mas regredimos, inclusive, do ponto de vista ambiental. E mais grave, poucos estão conscientes da gravidade da situação. Para ser mais correcto, deverá ser dito que, muita gente com responsabilidade no assunto tem uma avaliação clara do problema, os interesses económicos é que falam mais alto. E estas pessoas têm conduzir a sua política de acordo com esse interesses de modo a obter o apoio desses grupos para a continuação da sua vida política. |
| 21-09-2003 12:43:00 |
Dia Europeu com Carros Comemora-se amanhã O Dia Europeu sem Carros. Exceptuando duas artérias, não vais haver mais nenhuma restrição à circulação em Lisboa. Apesar de a Carris e o Metro oferecerem transporte gratuito, isso não terá qualquer impacto na invasão dos cerca de 500.000 carros, que entram em Lisboa todos os dias. É verdade que as restrições aplicadas um dia por ano à circulação automóvel, não resolvem os diversos problemas daí decorrentes, mas são um incentivo no caminho para o transporte colectivo. Também é verdade, que enquanto não forem criados eficientes meios de transporte colectivo, o apelo à não utilização do meio individual está condenado ao fracasso. Contudo, penso que a via correcta passa pela gradual restrição à circulação, e por outro lado, na criação de uma rede de transportes rápida e eficiente, que seja uma alternativa atraente ao transporte individual. A rede ferroviária será com certeza a melhor solução para este problema, a exemplo aliás do que se passa em países da UE. |
| 18-09-2003 18:46:00 |
Gestão por objectivos ....... Era uma vez, uma aldeia onde havia dois homens que se chamavam Joaquim Gonçalves. Um era sacerdote e o outro era taxista. Quis o destino que os dois morressem no mesmo dia. Chegam então ao céu, onde os espera São Pedro. - O teu nome? - pergunta São Pedro ao primeiro. - Joaquim Gonçalves. - O sacerdote? - Não, não, o taxista. São Pedro consulta a sua tabela e diz: - Bom, ganhaste o Paraíso. Levas estas túnicas com fios de ouro e esta vara de platina com incrustações de rubis. Podes entrar... - Obrigado, obrigado...- diz o taxista. Passam mais duas ou três pessoas, até que chega a vez do outro. - O teu nome? - Joaquim Gonçalves. - O sacerdote? - Sim. - Muito bem, meu filho. Ganhaste o Paraíso. Levas esta bata de linho e esta vara de ferro com incrustações de granito. O sacerdote diz: - Desculpe, não é por nada, mas... deve haver engano. Eu sou Joaquim Gonçalves, o sacerdote! - Sim, meu filho, ganhaste o Paraíso. Levas esta bata de linho e... - Não, não pode ser! Eu conheço o outro senhor, era taxista, vivia na minha aldeia, e era um desastre! Subia os passeios, chocava todos os dias, uma vez espetou-se contra uma casa, conduzia pessimamente, levava tudo à frente... E eu passei setenta e cinco anos da minha vida pregando todos os domingos na paróquia. Como é que lhe dão a túnica com fios de ouro e a vara de platina e a mim isto? Deve haver engano! - Não, não é nenhum engano - diz São Pedro. Só que aqui, no Céu, estamos a efectuar uma gestão como a que vocês fazem lá na terra. - Como? Não entendo. - Claro... agora orientamo-nos por resultados... É assim: durante os últimos vinte e cinco anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas adormeciam; mas cada vez que ele conduzia, as pessoas começavam a rezar. Resultados!! Percebeste agora? |
| 17-09-2003 10:45:00 |
Uma questão de frango...... O Frango Atravessa a Estrada... - Por que motivo é que o frango atravessou a estrada? · PROFESSOR DA PRIMÁRIA - Porque queria ir para o outro lado. · ARISTÓTELES - Está na natureza dos frangos atravessar a estrada. · ANDERSEN CONSULTING - A desregulação do lado da estrada onde se encontrava o frango estava a ameaçar a sua posição dominante no mercado. O frango enfrentava importantes obstáculos para criar e desenvolver as competências necessárias para encarar · BILL GATES - A Microsoft acaba de lançar o Microsoft Frango 2003, que não só atravessa estradas, como também põe ovos, arquiva documentos importantes e faz contas. · BUDA - A pergunta é uma negação da própria natureza do frango. · CAPITÃO KIRK - Para chegar ousadamente onde frango algum jamais havia chegado. · DARWIN - Ao longo da evolução, a acção da selecção natural sobre os frangos favoreceu os mais aptos a atravessar a estrada, de forma que só esses sobreviveram. · EINSTEIN - Se o frango atravessou a estrada ou a se estrada se deslocou sob o frango depende do ponto de vista do observador. · FREUD - A preocupação com o motivo que levou o frango a atravessar a estrada revela um recalcamento da líbido ao nível do subconsciente, possivelmente associado a insegurança sexual originada pelo receio de tendências homossexuais latentes. · HEMINGWAY - Para morrer. Sob a chuva. · HIPÓCRATES - Devido a um excesso de humores no pancreas. · MAQUIAVEL - A questão é que o frango atravessou a estrada. A quem importa porquê? O fim de atravessar a estrada justifica qualquer motivo. · MARTIN LUTHER KING - Vejo um mundo no qual todos os frangos serão livres para atravessar a estrada sem que sejam questionados os seus motivos. · MARX - Era uma inevitabilidade histórica. · MOISÉS - E Deus desceu dos céus e disse ao frango: "atravessa a estrada". E o frango atravessou a estrada, e todos se regozijaram, e louvaram o Senhor. · PLATÃO - Porque ia em busca do bem. · RONALD REAGAN - Porque... qual era a pergunta? Ah!,pois, o frango. Bem, porque, euh, bem, hãã..., esqueci-me... · SADDAM HUSSEIN - O acção do frango constituiu a infame Mãe e Pai de todas as acções de espionagem! Mas o povo iraquiano ergueu-se em justa auto-defesa e esmagou a força inimiga atingindo gloriosamente o frango com 50 toneladas de gás tóxico! |
| 17-09-2003 10:42:00 |
A incrível história da rã A INCRÍVEL HISTÓRIA DA RÃ Decidi matar um dia de serviço na empresa e fui jogar golfe. Estava sozinho, sem caddies e sem adversários... era só treinamento. Quando estava escolhendo o taco para o segundo buraco, notei que havia uma rã perto de mim. A rã coaxou: - "Croc-croc, Ferro 9". Achei graça e resolvi provar que a rã estava errada. Peguei o taco sugerido e bati na bola. Qual não foi a minha surpresa ao ver que a bola parou a um palmo do buraco! Eu exclamei para o batráquio: "Uau, fantástico! Será que você é uma rã da sorte?" A rã respondeu: "Croc-croc, Rã da Sorte". Resolvi levá-la comigo até o próximo buraco. - "O que você acha, rã?", perguntei. - "Croc-croc, Madeira 3", disse ela. Peguei o taco 3 e bati. Bum! Direto no buraco! Fiquei espantado, sem fala. No final do dia, tinha feito a maior pontuação em golfe de toda a minha vida. Aí perguntei à rã: "Legal. E agora?" Ela respondeu: "Croc-croc, Las Vegas." Então fomos para Las Vegas, e a rã sugeriu um novo jogo de roleta no elegante cassino do Caesar's Palace. Lá chegando, perguntei o que deveria apostar. - "Croc-croc, 10 mil dólares, preto 21 três vezes seguidas". Aquela aposta era alucinada , mas não hesitei. Pus todas as minhas fichas. Deu na cabeça. O crupiê, atónito, empurrou para mim uma fortuna de vários milhões de dólares. Peguei toda aquela grana e fui para a recepção do hotel, onde exigi a suíte imperial. Tirei a rã do bolso, coloquei-a sobre os lençóis de cetim e disse: - "Rãzinha, não sei como lhe pagar tantos favores. Você me fez ganhar tanto dinheiro que lhe serei grato para sempre". A rã replicou: - "Croc- croc, beije-me. Mas tem que ser na boca". A princípio tive nojo, mas depois pensei em tudo o que ela tinha feito por mim, vi que merecia qualquer sacrifício. Com meu beijo que demorou vários minutos, ela inacreditavelmente foi se transformando numa linda ninfeta de 14 anos, completamente nua e, sentada sobre mim, foi - me empurrando bem devagarzinho para a banheira de espuma. Juro por Deus, Meritíssimo, que foi assim que esta menina foi parar no meu quarto!" |
| 16-09-2003 19:33:00 |
Os jovens não entendem.....e eu também não! Jovens portugueses são dos piores a compreender textos, diz OCDE Os jovens portugueses de 15 anos são dos piores entre os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) na compreensão de leitura de textos, revela um estudo da OCDE divulgado esta terça-feira. Atrás de Portugal apenas se encontram o Luxemburgo e o México. A falta de habilitações académicas dos portugueses é outra das realidades evidenciadas pelo relatório «Education at a Glance 2003». Na faixa etária dos 25 aos 64 anos, apenas um em cada cinco portugueses possui uma educação secundária superior (acima do 9º ano de escolaridade). O documento revela também que 6% dos rapazes e 10% das raparigas de 15 anos não frequentam a escola nem trabalham. Em relação ao acesso às novas tecnologias no ensino, em Portugal existe um computador para cada 14 alunos, sendo a média da OCDE de um computador para nove alunos, e um computador para cada 10 professores. In Diário Digital Com estes resultados, não será nos próximos anos que daremos o “salto” no desenvolvimento – tão necessário - do país. Continuaremos a oferecer mão-de-obra desqualificada e barata.! Barata? Já foi! Actualmente uma força de trabalho de formação superior, originária do leste, é bastante competitiva, em relação a uma parte significativa dos trabalhadores nacionais, caracterizados por baixas qualificações tanto teóricas como práticas. Quando será que os nossos dirigentes, atacam o problema pela raiz, em vez usarem remendos para camuflarem os resultados dos danos? |
| 16-09-2003 17:51:00 |
O suporte da tese..... A tese do coelho Num dia lindo e ensolarado o coelho saiu de sua toca, com o notebook, e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois passou por ali uma raposa, e viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar. No entanto, ela ficou intrigada com a atividade do coelho e aproximou-se, curiosa: - Coelhinho, o que você está fazendo aí, tão concentrado? - Estou redigindo a minha tese de doutorado, disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho. - Hummmm... e qual é o tema da sua tese? - Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros predadores naturais das raposas. A raposa ficou indignada: - Ora!!! Isso é ridículo!!! Nós é que somos os predadores dos coelhos! - Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu te mostro minha prova experimental. O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois ouvem-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois... silêncio. Em seguida o coelho volta, sozinho, e mais uma vez retoma aos trabalhos de sua tese, como se nada tivesse acontecido. Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido. No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda e resolve então saber do que se trata aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho: - Olá, jovem coelhinho. O que o faz trabalhar tão arduamente? - Minha tese de doutorado, seu lobo. É uma teoria que venho desenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos. O lobo não se conteve com a petulância do coelho: - Ah! Ah! Ah! Ah! Coelhinho! Apetitoso coelhinho! Isto é um despropósito. Nós, os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos. Aliás, chega de conversa... - Desculpe-me, mas se você quiser eu posso apresentar a minha prova experimental. Você gostaria de acompanhar-me à minha toca? O lobo não consegue acreditar na sua boa sorte. Ambos desaparecem toca adentro. Alguns instantes depois ouvem-se uivos desesperados, ruídos de mastigação e... silêncio. Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível e volta ao trabalho de redação da sua tese, como se nada tivesse acontecido. Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensangüentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos. Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme LEÃO, satisfeito, bem alimentado, palitando os dentes. MORAL DA HISTÓRIA: 1. Não importa quão absurdo seja o tema de sua tese; 2. Não importa se você não tem o mínimo fundamento científico; 3. Não importa se os seus experimentos nunca cheguem a provar sua teoria; 4. Não importa nem mesmo se suas idéias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos; 5. O que importa é QUEM ESTÁ A APOIAR A SUA TESE... |
| 11-09-2003 10:41:00 |
Azar Americano A propósito do 11 de Setembro, camuflado entre bits e bytes, encontrei um texto um pouco exagerado mas excelente. Um relatório do SIS e do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras recentemente revelado, informa que o atentado perpetrado nas cidades de Nova Iorque e Washington estava destinado a ser cometido, única e exclusivamente na cidade de Lisboa. Por diversos motivos que passaremos a detalhar, segundo as informações entretanto recolhidas, 2 terroristas de algum lugar do Médio Oriente chegaram a Lisboa com a firme determinação de executar o "castigo de Ala para com os infiéis portugueses". Tal castigo não pôde ser levado a cabo. Eis a história e o itinerário seguido pelos 2 terroristas uma vez chegados ao nosso país: Domingo 23.47 Chegam ao aeroporto da Portela, via aérea vindos da Turquia, saem do aeroporto com oito horas de atraso depois de conseguir recuperar as bagagens que estavam perdidas. Apanham um taxi. O taxista vê-os pelo espelho e ao ver a pinta de turistas que tinham resolve passeá-los por toda a Lisboa durante uma hora e meia. Ao ver que não abriam o bico depois de lhes ser cobrado 20 contos pela tarifa resolve tramá-los e por telemóvel chama um cúmplice que entra no taxi na Rotunda de Algés. Depois de uma carga de porrada e de lhes terem roubado todos os seus pertences, deixam-nos em Monsanto na companhia dos esquilos. Segunda 4.30 Ao acordar, depois da carga de porrada, conseguem chegar a um Hotel da Segunda Circular. Ao voltar de carro do hotel para o centro, são confrontados com uma manifestação da Fenprof em conjunto com uma de funcionários camarários e outra de agricultores do Alentejo juntamente com alguns condutores de tractores do Oeste. Ficaram retidos no trânsito por tempo indeterminado. 7.30 Chegam ao Rossio ( Por fim!). Precisam de trocar dinheiro para se movimentarem sem levantar suspeitas. Os seus dólares são trocados por notas de 10.000$00 falsas!!! 7.45 Chegados à Portela tentam embarcar num avião que se desfizesse sobre a Ponte 25 de Abril. Os pilotos da TAP estão em greve. Exigem que lhes quatripliquem o seu ordenado e reduzam as suas horas de trabalho. Os controladores de voo queixam-se do mesmo. O único avião em pista é da Sata Internacional e já tinha 13 horas de atraso em relação à hora prevista da sua partida.O pessoal de terra e os passageiros acampam no aeroporto gritam palavras de ordem contra o governo e os pilotos. Chega a brigada de intervenção da PSP e distribui paulada por todos os presentes. 19.05h Por fim, os ânimos acalmam-se. Dirigem-se ao balcão de uma companhia não identificada e pedem 2 bilhetes para o Porto. Sempre com a intenção de o desviar e fazê-lo explodir contra um dos pilares da ponte. Mas o funcionário do balcão ( um tal de Octávio Machado) vende-lhes bilhetes de um voo que já não existia.!!! 19.07 Tendo em conta o avançado da hora discutem entre si se deverão executar o seu plano ou não. Fazer explodir a ponte e tudo ao seu redor já lhes parece mais uma obra de caridade que um acto terrorista. 20.30 Mortos de fome, vão comer algo no bar do Aeroporto pedem duas chamuças e rissóis de camarão com salada russa Terça-feira 00.35 Recuperam no Hospital de São José de uma dose de cavalo de salmonela causada pela salada russa depois de ter esperado toda a noite para que os atendessem. A recuperação teria sido rápida não fosse o desmoronar do tecto da enfermaria onde foram instalados. Terça-feira 19h Uma semana depois têm alta do hospital e ao passarem pelo Bairro Alto vêem-se envolvidos numa richa entre gangs rivais de skins que se unem para lhes dar outra valente sova Decidem "dar de beber à dor que é o melhor" visto que nada lhes sai de feição. Várias garrafas de uisque de sacavém leva-os outra vez ao hospital com uma infecção por consumo etílico. Quarta-feira Escondem-se num contentor do primeiro barco que encontram e resolvem fugir do país na esperança de chegar a Marrocos. Peidando-se sem parar e com uma ressaca monumental juram por Alá não voltar a tentar nada no nosso "abençoado" país. Decidem fazê-lo nos EUA por ser muito mais fácil! |
| 10-09-2003 12:12:00 |
RMG - Rendimento Máximo Garantido Quando os milionários têm subsidios milionários..... Os miseráveis têm direito a ver as estrelas ( quando não há nuvens ).... Vejam como funciona o RMG ( Rendimento Máximo Garantido ) que só abrange poucos, mas é pago por muitos ( por todos, é mais correcto ).... Agricultura, a Última Barreira do Comércio Livre Em cada dia que passa, os países ricos entregam sob a forma de subsídios mais de mil milhões de euros aos seus agricultores. Quem paga a Política Agrícola Comum (PAC) europeia ou o "Farm Bill" dos Estados Unidos é a generalidade dos contribuintes, mas quem mais lucra são proprietários agrícolas milionários como Ted Turner, o dono da Time Warner, David Rockefeler ou a rainha de Inglaterra. As transferências milionárias dos orçamentos de Estado para a agricultura geram fenómenos absurdamente imorais: cada vaca na União Europeia tem direito a uma ajuda de dois dólares por dia, o dobro do rendimento de três quartos da população pobre que habita as zonas rurais dos países em desenvolvimento; os 25 mil produtores de algodão dos Estados Unidos têm direito a um volume de ajudas anual de 3,5 mil milhões de dólares (3,2 mil milhões de euros), uma soma superior ao produto interno bruto de toda a África sub-sahariana; no Japão, cada hectare de arrozal obriga o governo a desembolsar 10 mil euros por ano. Quando hoje os delegados dos 146 países que fazem parte da Organização Mundial do Comércio se sentarem para iniciar mais uma etapa para a liberalização das trocas mundiais, em Cancun, México, exemplos como este hão-de estar no centro da agenda. A agricultura continua a ser o maior escolho da globalização dos negócios e um exemplo acabado da contradição entre as palavras e os actos dos países ricos. Algo, porém, parece estar a mudar. Nos últimos anos, as críticas aos generosos subsídios da PAC europeia, do "Farm Bill" americano ou dos programas de protecção do arroz japonês subiram de tom. E, pela primeira vez, em causa não está apenas a denúncia de uma opção política que se propõe manter uma reduzida faixa da população à custa do erário público; o que cada vez mais incomoda os europeus ou americanos, o que confere um poder crescente aos mentores da liberalização é o efeito devastador que os subsídios dos ricos provocam nas agriculturas dos países pobres. James Wolfensohn, presidente do Banco Mundial, diz que os regimes de protecção agrícola "estão a esmagar a capacidade da África para sair da pobreza". Mark Malloch Brown, chefe do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas, calcula que subsídios americanos custem aos africanos 50 mil milhões de dólares por ano, o mesmo valor das ajudas ao desenvolvimento concedidas pelos países ricos. Um manifesto do Grupo de Cairns, que reune grandes produtores como a Austrália ou o Brasil, afirma que os "subsídios à exportação obrigam os agricultores dos países pobres a competir com os orçamentos de Estado mais ricos do mundo, contribuindo para o aumento da pobreza nas zonas rurais, o descontrolo das cidades sobrepovoadas e a promoção da violência social". Vender abaixo do custo É fácil perceber como é que as distorções provocadas pelos generosos programas de apoio aos agricultores dos países ricos funcionam. À custa da protecção dos subsídios, os agricultores americanos podem exportar milho a um preço 20 por cento inferior ao seu custo de produção ou trigo 46 por cento mais barato que o seu valor mínimo real. Para serem competitivos no mercado mundial, os poderosos gigantes da agricultura europeia contam com subsídios à exportação milionários e uma barreira alfandegária que os protege da concorrência do Terceiro Mundo. O Japão barra a entrada a 90 por cento das suas necessidades de consumo de arroz através da imposição de tarifas de 500 por cento do seu preço de custo. Em face desta situação, os preços do mercado mundial ficam completamente distantes da realidade e são os agricultores dos países pobres quem tem de pagar a factura. No caso do algodão, os valores por libra (453 gramas) rondaram nos últimos dois anos os 25/40 cêntimos, quase metade dos 50 cêntimos registados em 1995. Para o Mali ou para o Burkina Faso, onde o algodão constitui a principal exportação, a queda dos preços foi desastrosa. Calcula-se que, actualmente, no Mali vivam 8,2 milhões de pessoas com menos de um dólar diariamente. Entre os dois milhões de cultivadores de algodão no Burkina Faso, a quebra das receitas traduziu-se, de acordo com relatórios de organizações humanitárias, num "terrível desastre". Os 25 mil produtores norte-americanos, porém, sobreviveram sem drama à depressão do mercado mundial. Todos os anos, cada um tem direito a um subsídio do Estado que em média vale 650 mil euros. O preço da memória rural Os líderes políticos da Europa ou dos Estados Unidos, sejam liberais ou conservadores, mais à esquerda ou mais à direita, explicam em uníssono a protecção à agricultura com a nostalgia ou a memória. Por um lado, preservar a agricultura e os agricultores significa eternizar uma paisagem, uma cultura, um modo de vida, alegam. Quando subiu a dotação do "Farm Bill" em 180 mil milhões de dólares para um período de dez anos, em Maio de 2002, George W. Bush não se esqueceu de sublinhar a necessidade de "preservar por gerações a forma de vida" dos agricultores. Para muitos políticos europeus e japoneses, a experiência da fome na II Guerra Mundial está ainda presente na memória, e a PAC ou a muralha de protecções em torno do arroz é, ainda, uma garantia inconsciente de que esses tempos não se repetem. O problema é que se esses argumentos serviram para sustentar dispendiosos programas de apoios durante anos, agora o negócio é tido como imoral e como penalizador dos sectores mais dinâmicos da economia. A agricultura representa actualmente apenas nove por cento do comércio mundial e, ao transformar-se na blindagem da liberalização, ficou sujeita às pressões da indústria e da alta finança internacional. Aos poucos, esses sectores conseguiram minar a resistência dos políticos e abafar os ruidosos protestos dos lobbies agrícolas de Bruxelas ou Washington. O FMI calculou que a completa liberalização dos mercados agrícolas provocará anualmente um ganho na ordem dos 100 mil milhões de euros. Três quartos dos lucros ficariam para os agricultores mais competitivos dos países industrializados, mas os custos sociais seriam devastadores: a poderosa indústria do açucar europeia desapareceria, os barões do algodão do Texas não conseguiriam competir, metade dos produtores de arroz do Japão teria de mudar de vida. Fred Kirchenmann, professor de sociologia rural da Universidade do Iowa, não tem dúvidas: "Sem subsídios, o sistema vai à falência". Pelo contrário, os ganhos nos países pobres seriam, à escala das suas economias, espectaculares. O FMI e o Banco Mundial calculam que, no Burkina Faso, o fim dos subsídios ao algodão permitiriam no prazo de seis anos um aumento "assinalável" da qualidade de vida da população que sobrevive com menos de um euro por dia (60 por cento). No total, a economia africana ganharia 210 milhões de euros anualmente. Num cenário sem quaisquer subsídios, o saldo da balança comercial agrícola subiria para os 50 mil milhões de euros, o valor correspondente a dois terços de toda a ajuda humanitária e ao desenvolvimento dispendida pelos ricos. Entre as perdas, sociais, ambientais ou económicas dos países ricos e a esperança dos produtores de algodão de Moçambique ou do Mali, o que ficar acordado em Cancun será portanto determinante para o futuro. A sorte dos subsídios agrícolas está traçada: em 1988, eles representavam 2,3 por cento do produto nacional dos países da OCDE e dez anos mais tarde o seu peso tinha-se reduzido para 1,2 por cento. Países como a Nova Zelândia desmantelaram por completo o seu sistema de protecção e proclamam hoje que "há vida para além dos subsídios". Resta saber se os "lobbies" que os preservam têm ainda força suficiente para adiar o seu fim muito para além de Cancun. In Público |
| 09-09-2003 11:34:00 |
Casamento forçado.... Em casa de ferreiro, espeto de pau! Com que moralidade o Estado exige deveres e responsabilidades ao contribuinte, quando ele próprio o faz. Lá diz o ditado, o exemplo deve vir de cima... No Terreiro do Paço a Culpa Não Morreu Solteira: Casou com o Contribuinte Três anos depois do acidente ocorrido a 8 de Junho de 2000 nas obras da estação de metro do Terreiro do Paço - que provocou assentamentos naquela zona da Baixa e deformou o túnel ligando os Restauradores a Santa Apolónia -, nem o problema está resolvido, nem se apuraram as responsabilidades pelo que aconteceu. A estação continua por acabar. O túnel está à espera de obras que reponham a configuração inicial da estrutura e a reforcem. Os custos do acidente não foram até ao momento contabilizados. Mas o erário público tem contribuído anualmente para que a empresa Metro consiga levar o trabalho por diante. "No meu ministério, a culpa não morre solteira", disse, um mês depois do acidente, o ministro do Equipamento Social à época, Jorge Coelho, para garantir que os responsáveis seriam punidos - o que acabou por nunca acontecer. Nem no seu mandato, subitamente interrompido por um outro acidente, o de Entre-os-Rios, nem nos dos ministros que lhe sucederam: Ferro Rodrigues, Valente de Oliveira e agora Carmona Rodrigues. In Público |
| 09-09-2003 11:13:00 |
Vírus em português Precisamos de muitos casos como este e não só. Precisamos de aumentar a nossa auto-estima . Precisamos de anular uma parte retrograda da nossa mentalidade. Vírus Que Atacam Bactérias Levam Português à Final de Concurso Europeu De que modo a microgravidade pode ajudar no combate às bactérias em Terra, como por exemplo a do carbúnculo? Nuno Viegas, 27 anos, finalista de engenharia biotecnológica da Universidade do Algarve, pensou numa maneira de usar a Estação Espacial Internacional para ajudar a desenvolver novos antibióticos e apresentou a sua ideia num concurso promovido pela Agência Espacial Europeia (ESA). Não ganhou, mas chegou até à final. Cada bactéria tem um bacteriófago que lhe corresponde - um vírus que é um seu inimigo jurado, incumbido de a destruir. Produzindo bacteriófagos, ou fagos, em grande quantidade, poderíamos usá-los como terapia em doenças de origem bacteriológica. E como é que tudo isto passa pelo espaço? Bom, se as bactérias crescem mais e mais depressa em microgravidade, então os fagos também devem crescer. Portanto, talvez possa passar pelo espaço o desenvolvimento de um novo superantibiótico. Foi esta a hipótese que levou Nuno Viegas à final do concurso SUCCESS da ESA, destinado a estudantes licenciados. Tudo começou com a leitura de um anúncio no PÚBLICO sobre o concurso SUCCESS - um concurso de propostas de estudantes europeus para a utilização da Estação Espacial. A acabar o curso de engenharia biotecnológica na Universidade do Algarve e com alguns períodos de estágio que o levaram a contactar com a indústria, Nuno Viegas pensou que seria interessante responder ao apelo da agência que pedia criatividade dos estudantes na área do espaço e da ciência. O concurso consistia em propor uma hipótese, e respectiva experiência, cuja verificação passasse por testar ou optimizar a sua eficácia no espaço, a bordo da Estação Espacial Internacional. Nuno Viegas pensou que seria interessante propor um projecto sobre "o estudo de bacteriófagos com aplicações farmacêuticas, em condições de microgravidade." O que fazem os fagos? Estes vírus colam-se à bactéria, aproveitando os seus recursos, e o seu material genético acabará por matar a bactéria, explica Nuno Viegas. "A particularidade interessante é que o fago evoluiu ao mesmo tempo que a bactéria, sem deixar que esta ganhe resistência, ao contrário do que infelizmente ocorre hoje com o uso dos antibióticos. Por isso, muitos chamam-lhe a nova geração de antibióticos", acrescenta. Os fagos já são usados para destruir bactérias em certas lesões da pele, mas que ainda ninguém os trabalhou no sentido de usar a enzima que eles usam contra a bactéria em aplicações farmacêuticas que possamos ingerir sob a forma de medicamentos, por exemplo. Daí à ideia de optimizar a produção de fagos em ambiente de microgravidade foi um passo: "Já se sabe que no espaço as bactérias se desenvolvem mais depressa e em maior número. E já li que o estudo dos fagos em microgravidade também já foi abordado. A minha ideia foi tentar optimizar a produção deste antibiótico moderno. Se percebêssemos que fenómeno leva as bactérias a desenvolverem-se mais no espaço, poderíamos criar condições em Terra para produzir fagos em grande escala." O projecto de Nuno Viegas foi um dos 100 projectos que foram aceites pela ESA a concurso. Depois, numa segunda fase, em que a agência espacial seleccionou apenas 40, Nuno continuava a ser um dos escolhidos, e o único português. Mas na fase final, que culminou na entrega dos prémios no fim de Agosto, no centro espacial de Colónia, na Alemanha, o projecto vencedor acabaria por ser o de um estudante italiano. Este apostou nos osteoblastos, as células precursoras dos ossos, cujo estudo aprofundado pode indicar o caminho para superar a perda de massa óssea dos astronautas em missões de longa duração. "Os trabalhos eram todos de grande qualidade", confessa, sobre a segunda edição do concurso bianual. "Ficou a promessa de que todos os participantes seriam eleitos embaixadores da ESA, o que significa que teremos de participar em muitas acções de divulgação da ESA em escolas, por exemplo, o que pode trazer muitas vantagens", diz Nuno Viegas, com os olhos postos no doutoramento, que em breve terá início. In Público |
| 07-09-2003 23:50:00 |
Curiosidades ...... Extrato de um documento existente no Arquivo Distrital de Viseu, anexo ao Museu Grão Vasco. Este documento, que é autentico, respeita a um atestado passado por uma parteira de Coira - localidade nos arredores de Viseu - a favor de uma rapariga residente naquela povoação que por ter sido vitima de uma difamação e pretendendo casar, recorreu à parteira da terra - na falta de médico - a fim de a mesma, após previa observação, poder atestar o seu estado de virgindade e assim reabilitar o seu nome. O referido documento está redigido nos seguintes termos: “ Eu Bárbara Emília, parteira que sou de Coira, atesto e certefico pula minha onra que Maria de Jesus tem as partes fudengas tal qual como nasceu, insceto umas pequenas moidas negras junto dos montes da cria que a não serem de nascença, serão purvenientes de marradas de piça. “ |
| 05-09-2003 21:16:00 |
Zé portuga de vacances in Algarve Parece anedota mas não é, passou-se este verão! O Zé é um português, que apesar de andar com o cinto mais apertadinho do que o costume, conseguiu este ano, uns cobres para uma semanita de férias no Algarve – diga-se de passagem que o mealheiro já andava a engordar há cinco longos anos. Encontra-se a banhos em Vila Nova de Cacela – fica sensivelmente a meio entre Tavira e Vila Real de Stº António – mais conhecida pela sua praia – Manta Rota. Um dia decidiu ir conhecer a praia de Monte Gordo. Como não tinha viatura para a deslocação, informou-se dos horários das camionetas que percorrem a muito conhecida “ Nacional 125 “. No dia do passeio, colocou-se na paragem à espera da carreira e quando esta chegou entrou e pagou X pelo respectivo bilhete. A viagem correu sem incidentes assim como a estadia na praia. Ao fim da tarde o Zé dirigiu-se à paragem da carreira já com o valor X na mão para facilitar o pagamento. Qual não foi o espanto quando o condutor lhe pediu Y – um valor superior a X . Indignado o Zé, reclamou informando ter pago X na viagem Cacela- Monte Gordo, portando o inverso deveria ter o mesmo preço. O condutor: “ Olhe se me tem pedido bilhete para a Nora o valor era X “ O Zé: “ Mas a Nora é depois de Cacela “ Condutor: “ Tem toda a razão, mas eu não posso fazer nada, não fui eu que marquei os preços, e como o bilhete já está emitido tem de pagar Y “ E ainda acrescentou: “ Para a próxima peça o bilhete para a Nora, e já paga só X “ Pois é no Algarve do sec XXI, uma viagem mais curta, custa mais, que outra mais longa! Até apetece dizer : E esta!!! Eh !!! |
| 01-09-2003 18:14:00 |
Carro do Futuro Novo Toyota autoestaciona-se A construtora japonesa de automóveis Toyota lançou esta segunda-feira o primeiro veículo que pode estacionar-se a si mesmo. O novo modelo Prius tem ainda a particularidade de possuir um motor híbrido, o qual permite o funcionamento a energia eléctrica ou a gasolina. De acordo com a empresa nipónica, o modelo possui um sistema electrónico que opera a direcção do automóvel, que trabalha junto com um conjunto de sensores para a marcha atrás, estacionando o veículo. Os japoneses já podem adquirir o Prius por menos de 17 mil euros, na versão base. O sistema inteligente de estacionamento é opcional e pode ser adquirido por mais 1800 euros. In Diário Digital Talvez ajude quando o estacionamento é difícil, ou para aqueles que não têm muito jeito para manobras. Contudo o que fazia falta – pelo menos no nosso país - era um carro que: - Não deixe conduzir gente com álcool no sangue; - Não permitisse manobras perigosas; - Se recusasse a ser conduzido por pessoas que não têm respeito pelos outros; Talvez seja realidade no próximo século. Sonhar não paga imposto! Pelo menos por agora. |
| 29-08-2003 17:35:00 |
O Scorecard Sejam bem vindos... Bem falta fazem a muita gente... Espero que haja orçamento para os ditos... Doenças cardiovasculares facilmente previstas a partir do próximo ano Os enfartes e acidentes vasculares vão poder ser previstos a partir do próximo ano através de um novo aparelho: o Scorecard. Assim, numa consulta de clínica geral, uma pessoa saudável, poderá saber se pode vir a ter algum problema cardíaco, noticia a TSF. Este novo aparelho está a ser construído a nível europeu e visa oferecer aos médicos instrumentos que permitam identificar os riscos de doenças cardiovasculares. Os médicos devem ter em conta o estilo de vida, os hábitos alimentares ou sedentários dos pacientes para assim determinarem com mais clareza as probabilidades de sofrerem de doenças do coração. Por isso é necessário adaptar o Scorecard às realidades de cada país, explica Manuel Carregeta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia à TSF. O Scorecard pode começar a ser usado a partir do próximo ano em qualquer consulta de um médico de clínica geral. In Diário Digital |
| 29-08-2003 17:33:00 |
Sejam bem vindos... Bem falta fazem a muita gente... Espero que haja orçamento para os ditos... Doenças cardiovasculares facilmente previstas a partir do próximo ano Os enfartes e acidentes vasculares vão poder ser previstos a partir do próximo ano através de um novo aparelho: o Scorecard. Assim, numa consulta de clínica geral, uma pessoa saudável, poderá saber se pode vir a ter algum problema cardíaco, noticia a TSF. Este novo aparelho está a ser construído a nível europeu e visa oferecer aos médicos instrumentos que permitam identificar os riscos de doenças cardiovasculares. Os médicos devem ter em conta o estilo de vida, os hábitos alimentares ou sedentários dos pacientes para assim determinarem com mais clareza as probabilidades de sofrerem de doenças do coração. Por isso é necessário adaptar o Scorecard às realidades de cada país, explica Manuel Carregeta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia à TSF. O Scorecard pode começar a ser usado a partir do próximo ano em qualquer consulta de um médico de clínica geral. In Diário Digital |
| 29-08-2003 15:51:00 |
Governante versus jornalista Grande lata... Quando era director de um semanário metia o nariz em tudo o que era sítio.... Em nome da informação transparente.... Agora que de jornalista passou a governante outros valores se impõem... Como diz o ditado...Duas pesos, dois medidas.... Portas acusa imprensa de "falta de respeito" pela "privacidade dos actos de fé"´ "É uma falta de respeito que se perca a privacidade até nos actos de fé". Paulo Portas comentou assim as fotografias publicadas na semana passada na imprensa, que mostravam o ministro da Defesa em poses de oração na cerimónia fúnebre do Coronel Magiollo Gouveia. Numa entrevista que será emitida na íntegra esta noite, na SIC Notícias, Paulo Portas classificou de "mau gosto" a captação das imagens, lamentando que a comunicação social tenha transformado num "acontecimento" os seus actores religiosos. "Nunca me tinha acontecido durante a comunhão ter câmaras fotográficas à minha frente", disse, acrescentando: "Comportei-me como qualquer outro dia em que vou à igreja. Quando vou rezar ajoelho-me". Confrontado com o facto de saber antecipadamente que a cerimónia seria pública, o ministro respondeu que "estar na igreja e rezar é um facto pessoal, entre nós e Deus", pelo que "é uma falta de respeito que se perca a privacidade até nos actos de fé". In Público |
| 29-08-2003 14:13:00 |
Portugal século XXI Uma lei para os filhos, outra para os enteados... Uma lei para governantes, outra para governados... A injustiça dentro da justiça... Cinquenta mil veículos não são obrigados a ter seguro automóvel Pelo menos 8.600 viaturas, pertencentes à GNR e à PSP, circulam na estrada sem seguro automóvel. Uma realidade que traz uma série de transtornos a quem se vê envolvido num acidente com um destes veículos. A APS defende que se acabe com este regime de excepção. Se um dia tiver o azar de ter um acidente de automóvel com um veículo do Estado, bem pode levar as mãos à cabeça pois o mais provável é que se siga um longo e complicado processo. É que um automóvel que pertença a um organismo estatal não é obrigado a ter seguro automóvel, ao contrário do que acontece com os proprietários de viaturas privadas ou empresas. O que significa que, em caso de envolvimento num sinistro, é a máquina estatal que tem de resolver o processo. Serão cerca de 50 mil os veículos que compõem a frota do Estado, incluindo automóveis dos gabinetes dos ministérios, forças militares e de segurança, institutos públicos e administração local. Só à sua conta, as autarquias respondem por cerca de 50% desta frota. Se muitos dos carros dos ministros têm seguros, dos 50 mil veículos estatais, pelo menos 8.600 não o possuem. São eles toda a frota da GNR, mais de 4.800 viaturas, e a da PSP, composta por cerca de 3.817 veículos. As entidades estatais não têm a experiência e os know how das seguradoras, o que significa que, muitas vezes, não estão preparadas para lidar com estes casos. “Os organismos públicos não têm pessoal vocacionado para a resolução de sinistros. Há uma tendência para se empatar o processo e a não profissionalização leva muitas vezes a decisões erradas e a grandes demoras nos processos”, explica Marcos Perestrelo, director-geral do CIMASA – Centro de Informação, Mediação e Arbitragem de Seguros Automóveis. Uma das seguradoras contactadas pelo “Semanário Económico” confirmou que processos que envolvam um veículo estatal são normalmente de lenta resolução. Um dos casos mais recentes, ocorrido no ano passado, levou cerca de nove meses a ser resolvido (ver exemplo na página ao lado). De acordo com esta seguradora, numa situação normal, o processo demoraria, no máximo, um mês. Para além da lentidão na resolução dos casos, a averiguação da culpa dos envolvidos poderá ser mesmo o maior problema. O próprio CIMASA confirma que os casos que chegam a este organismo são, na sua maioria, queixas de particulares contra o Estado quanto ao apuramento de responsabilidades. Os queixosos reclamam a inocência no sinistro, em casos em que o processo de averiguações do organismo estatal conclui que a responsabilidade era do particular. De acordo com várias fontes do sector, a origem dos problemas está muitas vezes no facto de alguns organismos responsabilizarem monetariamente os seus funcionários pelos sinistros em que, após o processo de averiguações pela entidade pública, se conclua que a culpa foi do condutor do veículo estatal. Nesses casos, são os cofres do Estado que pagam as indemnizações devidas ao particular envolvido, mas, depois, o condutor tem de ressarcir o erário público pelo montante por aquele despendido. De acordo com fonte oficial da Polícia de Segurança Pública (PSP), na maioria das vezes a origem dos acidentes em que os seus agentes se vêem envolvidos está relacionada com o risco inerente à própria actividade policial, ou seja, casos como perseguições policiais ou a necessidade de andar a alta velocidade e em marcha de emergência. Nessas situações, o condutor não é responsabilizado, “mas se houver negligência grosseira da sua parte, este é punido em termos monetários”, confirma a mesma fonte. Na GNR já se abandonaram as punições pecuniárias mas um agente considerado culpado num sinistro automóvel é sancionado com uma suspensão e respectiva perda de vencimento durante esse período. Além disso, independentemente do organismo estatal em questão, sempre que haja indícios de culpa grave do funcionário do Estado, a lei prevê a sua suspensão preventiva, até que se apurem as responsabilidades. Fontes ligadas às seguradoras admitem que a existência destas penalizações ao funcionário estatal condutor do veículo faz com que os inquéritos internos sejam ainda mais morosos. E a experiência indica-lhes que, na maioria dos casos, o condutor do veículo estatal acaba por ser ilibado. _Culpas difíceis de apurar Foi, aliás, o que aconteceu na sequência de uma acidente ocorrido em Junho do ano passado entre um carro do exército e um particular: Cristina Marques, advogada, seguia no seu carro junto a Santa Apolónia, em Lisboa, a velocidade inferior a 30 quilómetros por hora. À sua frente seguia uma moto. Resolve ultrapassá-la, dá o pisca e começa a entrar na faixa da esquerda quando um carro do exército surge nem sabe de onde, a uma velocidade superior à permitida, e lhe bate no pára-choques traseiro. Do automóvel do Exército saem dois militares, um deles, o condutor, evidenciando sinais de excesso de álcool. A polícia é chamada ao local, os carros são afastados para a berma e o militar sopra o balão. Acusa 0,94º de taxa de alcoolemia e é levado para a esquadra para repetir o teste. Confiante de que não teria problemas, Cristina só percebeu que não era bem assim quando quis, posteriormente, consultar o auto de ocorrências para avançar com os procedimentos necessários junto da sua seguradora. “Curiosamente, o croquis feito pela polícia não apresentava as marcações necessárias para calcular distâncias de travagem e velocidades, o carro que me bateu aparecia, estranhamente, como se viesse em sentido contrário, e os 0,94º de alcoolemia do condutor haviam sido reduzidos para 0,11º”, conta a advogada. Começou entretanto uma verdadeira epopeia. O croquis sofreu várias correcções, chegou a fazer-se a reconstituição do acidente, mas a polícia continua a insistir que a culpada foi Cristina Marques. Esta accionou os danos próprios junto da sua seguradora, arranjou o carro, mas soube entretanto que a companhia nem se deu ao trabalho de tentar ser ressarcida do prejuízo. “Foi-lhe mais fácil agravar o meu seguro e pôr um ponto final no assunto”, lamenta. Cristina fez questão de levar o assunto tão longe quanto possível e chegou a pensar levar o caso para tribunal, mas admite que agora já pouco lhe resta a fazer. A sua experiência como advogada aponta no mesmo caminho das seguradoras: “Quando há um acidente envolvendo veículos do Estado, o civil entra quase sempre numa novela que dificilmente terá um final que lhe seja favorável”, lamenta. In Semanário Económico |
| 29-08-2003 12:13:00 |
MUITA ATENÇÃO !!!! Este endereço de email acima indicado só serve para receber comentários deste ediário. Eventualmente responderá a comentários enviados. Foi detectado nas últimas horas a utilização deste email para fins impróprios. Assim se recebeu algum email com este remetente vmar_od@yahoo.co.uk sem ser resposta a algum comentário enviado tenha atenção o seguinte: - trata-se de spam - mensagens com vírus - qualquer outro busílis não solicitado Tenha ainda em atenção aos ficheiros em apêndice (não os abra). Grato pela vossa atenção. P.S. podem contudo, continuar a mandar os vossos comentários, mas sem ficheiros agarrados. |
| 29-08-2003 9:44:00 |
Até parece anedota!!! Até parece anedota!!! CONSEGUES IMAGINAR-TE A TRABALHAR COM ESTA ORGANIZAÇÂO? Tem pouco mais de 500 empregados com as seguintes estatísticas: 29 foram acusados de maus tratos às suas esposas, 7 foram presos por fraude, 19 foram acusados de assinar cheques sem fundo, 117 arruinaram, pelo menos, dois negócios, 3 foram presos por violência, 71 não podem possuir cartão de crédito devido à sua má utilização, 14 foram presos com acusações relacionadas com a droga, 8 foram presos por furto, 21 estão actualmente acusados em diferentes processos, Só em 1998, 84 foram detidos por conduzir alcoolizados. Consegues adivinhar de que organização falamos? Desistes? São os 535 membros do Congresso dos Estados Unidos.. E o mais curioso de tudo, é que isto é rigorosamente verdade. |
| 28-08-2003 16:46:00 |
Gastar e não receber O Estado decidiu que era preciso poupar. Para muitos isso significa não gastar. Mas poupar também é, gerir melhor os recursos. Uma organização eficiente, pode levar a uma redução substancial de gastos. E há gastos que produzem receitas superiores ao investimento. Copiar modelos de gestão eficientes nunca fez mal a ninguém, venham eles de fora ou de dentro, sejam eles privados ou públicos. Fisco ataca empresas falidas Administração fiscal gasta tempo a tentar cobrar impostos a empresas que já não existem há muito tempo. Trabalhadores do fisco fazem serviços "que não trazem um cêntimo" Administração fiscal portuguesa anda atrás de empresas que já faliram há muito tempo. Objectivo: recuperar os impostos que não foram pagos quando as mesmas funcionavam. São os próprios trabalhadores do Fisco a queixaram-se de andarem a "fazer serviços que não trazem um cêntimo ao Estado". "Há casos em que, apesar de as empresas já terem falido há imenso tempo, o Fisco continua a pedir declarações de IVA aos liquidatários. É uma coisa incrível: são pedidas declarações de rendimentos quando já não existe sequer contabilidade", conta um gestor judicial ao JN. E acrescenta: "O problema é que não se trata de casos esporádicos – eles repetem-se todos os dias". "Esse facto vem de encontro ao que também nós sentimos", confirma José Medeiros, presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI). "O problema é que não há cruzamento de dados entre a administração fiscal e o Ministério da Justiça, para onde são encaminhados os processos de falências", explica o responsável do STI. "Inépcia fiscal" "Esta inépcia da administração fiscal faz com que se ande atrás de coisas que não existem e de onde, por isso mesmo, nunca se cobrará mais um cêntimo", afirmam os liquidatários. "Isto complica-nos muito a vida, porque somos obrigados a responder a tudo o que nos é pedido pela administração fiscal, sem que isso tenha qualquer utilidade para o erário público", complementam. José Medeiros junta uma outra justificação. "Há hoje uma enorme pressão sobre as execuções fiscais", na tentativa de obter receitas. "Vamos às empresas que têm maiores montantes de dívidas e às que não cumprem há mais tempo. Muitas delas já faliram, o que torna o trabalho totalmente inútil". José Carlos Gouveia, dirigente da Associação dos Profissionais da Inspecção Tributária (APIT), reconhece que "a falta de cruzamento de dados entre as entidades ligadas aos processos de falências complica as coisas", mas não deixa de culpar os gestores judiciais "por muitas vezes entregarem as declarações de falência tarde demais". "Há alguma displicência por parte dos liquidatários que não ajuda a resolver os problemas", diz o responsável da APIT, notando que "estão, nesta altura, a ser criados mecanismos que ajudarão a resolver mais rapidamente estas situações. O cruzamento de dados será mais rápido e permitirá detectar mais facilmente as empresas-fantasma, cujo paradeiro não se conhece, e as empresas que estão a praticar uma actividade diferente daquela para a qual foram criadas". In JN |
| 26-08-2003 19:00:00 |
Dinheiro para prevenção de fogos ficou dois anos na gaveta Sem comentários!!! Ou talvez um... depois da casa roubada, trancas nas portas! Portugal não aproveitou, durante mais de dois anos, montantes elevados de verbas comunitárias que estavam disponíveis para a prevenção de fogos florestais. Uma linha de apoio neste sentido lançada em 2001, destinada a produtores florestais, entidades que gerem baldios, autarquias e outros organismos públicos só saiu do papel em meados de 2003, devido a complicações burocráticas que inviabilizaram as candidaturas. Estes montantes fazem parte do III Quadro Comunitário de Apoio, que orienta os apoios da União Europeia para Portugal entre 2000 e 2006. Significa isto que o país deixou passar quase metade do tempo que tinha para aproveitar este dinheiro, sem que nenhum tostão fosse aplicado na prática. As verbas integram a medida Agris, um programa de incentivos financeiros para promover o desenvolvimento rural. Neste programa existe uma linha específica, na área das florestas, para a prevenção de riscos provocados por agentes bióticos (doenças e pragas) e abióticos (incêndios) - a sub-acção 3.4. O programa paga 80 por cento das despesas com determinados projectos. No caso da prevenção de incêndios, o dinheiro pode ser aplicado, por exemplo, na abertura de aceiros e de vias de acesso, na instalação de pontos de água, de sinalização e de postos de vigia, na limpeza das matas e na plantação de faixas arbóreas com espécies mais resistentes ao fogo. Também são alvo de financiamento a elaboração de planos de prevenção e mapas de risco de incêndio. Ou seja, o programa financia tudo o que se tem falado que é necessário fazer para prevenir os fogos e que não tem sido feito. Dois anos e meio após o lançamento desta acção da medida Agris, no entanto, apenas nove projectos se encontram aprovados e contratados, segundo dados recolhidos pelo PÚBLICO junto do IFADAP (Instituto de Financiamento e Apoio ao Desenvolvimento da Agricultura e das Pescas). Destes, cinco são para a prevenção de fogos, tendo todos sido aprovados apenas em 2003. Só agora é que os investimentos começam a ser realizados. Regras alteradas em Maio A principal razão para o atraso na aprovação dos projectos tem a ver com as condições iniciais de candidatura. Entre os requisitos a cumprir, os beneficiários tinham de apresentar provas de titularidade de todas as propriedades que seriam abrangidas pelo projecto. Como normalmente as acções visam proteger áreas florestais grandes, repartidas numa infinidade de pequenas propriedades, era virtualmente impossível conseguir identificar todos os respectivos donos e obter a prova de tituralidade. As normas acabaram por ser alteradas por uma circular do Ministério da Agricultura de Maio passado, que dispensa a prova de titularidade, desde que o projecto seja reconhecido como de interesse público pela Comissão Especializada de Fogos Florestais municipal da área em causa. Só então é que se abriu o caminho à aprovação dos primeiros projectos. Muitas candidaturas, no entanto, foram chumbadas não apenas por essa razão, mas porque estavam mal instruídas e não preenchiam outros requisitos necessários. Por causa disso, ficaram pelo caminho, por exemplo, as candidaturas de municípios do Algarve fortemente afectados este ano pelos incêndios, como Monchique, Silves, Lagos e Aljezur. Rejeitados, os projectos não voltaram a ser submetidos a apreciação, segundo a Direcção Regional de Agricultura do Algarve. O ex-ministro da Agricultura Capoulas Santos - que negociou as verbas do Agris e em cujo mandato foram fixadas as regras para os apoios à prevenção de fogos - afirma que nunca ouvira falar de que houvesse problemas práticos com as candidaturas. "Não vejo nenhuma razão para não terem avançado", disse ao PÚBLICO. A prova de titularidade, diz, é um requisito usual em projectos com financiamento comunitário, nos quais "há-de haver o máximo de rigor". Mas o actual Governo acabou por deparar-se com um vazio na aprovação dos projectos. A alteração às regras de acesso a esses apoios foi feita já em 2003, cerca de um ano após a posse do novo executivo. De acordo com o assessor de imprensa do Ministério da Agricultura, Manuel Meneses, Portugal não corre o risco de perder as verbas não utilizadas, uma vez que as taxas de execução dos financiamentos comunitários são calculadas para a totalidade do programa Agris. Neste aspecto, 41 por cento do dinheiro disponibilizado por Bruxelas para o período entre 2000 e 2006, para este programa, foram efectivamente utilizados até agora. In Público |
| 26-08-2003 18:53:00 |
Entre o preto e o cinzento Deixo-vos duas notícias, para comparação. Logo o título deixa-nos impressões muito diferentes. O texto trabalhando os mesmos números leva-nos a ideias diferentes. Não querendo sequer, pôr em causa o rigor ou a honestidade, de cada notícia e dos seu autores, pretendo só, evidenciar como a exposição de uma mesma situação, nos pode levar a conclusões diferentes. E não basta ler nas entrelinhas, como é costume dizer, é preciso ter acesso à informação base ( neste caso os números da Anacom ), o que não é realista para a grande maioria dos leitores. As conclusões são vossas! Crescimento de assinantes de TV por cabo abranda O número de novos assinantes de televisão por cabo em Portugal abrandou fortemente no segundo trimestre deste ano, tendo-se registado apenas nove mil novos clientes, o que representa um aumento de 0,7% face a Março, revela esta terça-feira a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom). No final de Junho, Portugal tinha 1,31 milhões de clientes de televisão por cabo, apenas mais 48 mil clientes do que em Dezembro de 2002. A região de Lisboa continua a ser a com maior peso no mercado, representando 51% do total de clientes. Contudo, o crescimento no segundo trimestre foi de apenas 0,7%, ou seja quatro mil novos assinantes. O número de alojamentos cablados soma agora 3,423 milhões, uma subida de 0,7% ou 23 mil clientes face a Março. In Diário Digital --------------------------------------- Clientes de televisão por cabo aumentam 8,9% no segundo trimestre O número de clientes de serviços de televisão por cabo ascendeu a 1,31 milhões no final do segundo trimestre deste ano, mais 8,9% que em igual período de 2002 e 0,7% que no final de Março. Em cada quatro alojamentos em Portugal, um tem televisão por cabo. Segundo a Autoridade Nacional de Comunicações, estes incrementos representam a angariação de 107 mil e 9 mil novos assinantes, face a Junho de 2002 e Março de 2003, respectivamente. Os 1,31 milhões de clientes que possuem as prestadoras do serviço de televisão por cabo, representam uma penetração de 26%, ou seja, mais de um quarto dos alojamentos portugueses têm o serviço de televisão por cabo. A região dos Açores, com 57%, apresenta a penetração mais elevada. «A região de Lisboa possui, sozinha, 51% de todo o parque de assinantes destes serviços. As mais elevadas taxas de crescimento foram, todavia, registadas na região Norte, onde no espaço de um ano o número de subscritores cresceu 12,5%», refere a Anacom em comunicado. No final do segundo trimestre do ano, encontravam-se cablados 3,42 milhões de alojamentos, número que consubstancia um crescimento anual de 6,9% e um crescimento trimestral de 0,7% ou, em números absolutos, a cablagem de 221 mil e 23 mil novas casas, respectivamente. No final do segundo trimestre do ano, o total de assinantes de tecnologia «Direct To Home» (satélite), alternativa à infra-estrutura de cabo para a distribuição do sinal de televisão, chegou aos 313 mil, o equivalente a um crescimento anual de 22,4% e trimestral de 2,7%. A TV Cabo, da PT Multimédia, é o operador de cabo líder em Portugal, com uma quota de mercado acima dos 70%, sendo seguida pela Cabovisão. In Negócios.pt |
| 26-08-2003 14:35:00 |
Candidaturas a subsídios eram complicadas Incêndios: ministro diz que candidaturas a subsídios eram complicadas O ministro da Agricultura disse esta terça-feira à Rádio Renascença que as verbas comunitárias de 2001 e 2002 para projectos de limpeza de florestas não foram aproveitadas porque os procedimentos necessários às candidaturas eram demasiado complicados. «É um problema que data de 2001 e exigia que os candidatos mostrassem a titularidade de propriedade florestal, o que em matéria florestal significa muitas dificuldades... Verificando isso, nós tivemos que agilizar - antes dos fogos, mas infelizmente já sem efeito - a aprovação de todas as candidaturas por via de uma titularidade simplificada», explicou o ministro. In Diário Digital Correcto e afirmativo. Foi muito mais simples deixar arder! E ainda houve umas mãozinhas por fora a ajudar! |
| 26-08-2003 12:44:00 |
Da Faculdade para ....o IEFP Em Julho havia cerca de mais cinco mil pessoas desempregadas do que no mês anterior. Os mais de 419 mil indivíduos registados nos centros de emprego naquele mês representam uma subida no número de desempregados de 1,3% face a Junho e de 28,4% em relação a Julho do ano passado. Os dados ontem divulgados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), que reflectem as pessoas que procuram emprego, parecem desmentir aqueles que, como Bagão Félix, acreditavam que o desemprego já tinha iniciado uma tendência de quebra e estabilização. Há duas semanas o Instituto Nacional de Estatística divulgou uma quebra de 0,2 pontos percentuais na taxa de desemprego no trimestre acabado em Junho face ao anterior. Mas os critérios não são comparáveis com os do IEFP, visto que este se baseia nas pessoas que estão registadas e disponíveis para trabalhar e o INE contabiliza as pessoas desocupadas no último ano. Apesar dos níveis de crescimento do desemprego terem começado a baixar, ainda se registam taxas de crescimento significativas sobretudo na procura de primeiro emprego. Neste segmento, os desempregados à procura de primeiro emprego aumentaram 6,8% em Julho face ao mês anterior e 21,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Mas a procura de novo emprego continua a ser a situação predominante, representando 93% do total do desemprego registado. Um crescimento de 29% em relação a Julho de 2002. Significativo é o crescimento de 2,8% no desemprego de longa duração (superior a um ano de inscrição) que em Julho abrangeu mais 70 mil indivíduos do que no mesmo mês do ano passado. Preocupante é ainda o crescimento de 51,5% nos desempregados com curso universitário, face a Julho do ano anterior. Entre Junho e Julho últimos, este grupo de desempregados jovens cresceu 5,6%. Num mercado de trabalho que se caracteriza por um muito baixo nível de qualificação da mão-de-obra, a não integração de jovens licenciados no mercado adia a tão necessária especialização da mão-de-obra portuguesa. O número de pedidos de emprego supera, como é habitual, o número de desempregados. Enquanto em Julho estavam identificados 419 mil desempregados, o IEFP registou 462 mil pedidos de emprego, que incluem também as pessoas que querem mudar de emprego. Os pedidos de emprego por parte de quem já está empregado baixaram 14,4% em relação a Julho de 2002 e 1,3% em relação ao mês imediatamente anterior. Mas para os referidos 462 mil pedidos de emprego, os centros do IEFP só conseguiram disponibilizar 10 960 ofertas de emprego, das quais resultaram apenas 5558 colocações. Uma oferta insuficiente, mas que supera, mesmo assim, em 7% o nível existente em Julho de 2002. Reflectindo os efeitos da crise no sector do turismo, o Algarve foi a região onde o desemprego mais aumentou (34,1%), embora tenha baixado 7,3% em relação a Junho. Segue-se a Madeira (33,6%) e a região Norte, que lidera neste momento em número de desempregados e onde em Julho o desemprego sofreu um agravamento de 32,7% face a igual período do ano anterior. Em contrapartida, verifica-se que as ofertas de emprego em Julho cresceram, em termos homólogos, 16,6% no Algarve e 17,5% na região Norte. Mas baixaram 5,1% em relação ao mês anterior. Na mesma linha dos últimos meses, os empregados de escritório e trabalhadores não qualificados do comércio e serviços surgem à cabeça no grupo das profissões mais atingidas pelo desemprego. Estas profissões, em conjunto, com o pessoal de segurança, construção civil e indústrias transformadoras, representam quase metade (43,7%) do total de desempregados inscritos. Como as estatísticas têm repetidamente demonstrado, é no grupo dos docentes do ensino secundário e superior que se têm verificado os maiores agravamentos do desemprego, da ordem dos 96,6% em Julho face a igual mês do ano passado. Na construção civil e minas o número de desempregados cresceu 70% em Julho deste ano. Números do desemprego 1 - REGIÃO DO ALGARVE TEVE MAIOR AUMENTO Reflectindo os efeitos da crise no turismo, o desemprego no Algarve aumentou 34% face a Julho de 2002. Mas baixou 7,3% face a Junho, com o efeito Verão. 2 - LICENCIADOS DISPARAM NAS ESTATÍSTICAS O desemprego dos licenciados subiu 51% em relação a Julho do ano passado. E continuou a crescer 5,6% face a Junho deste ano. 3 - LONGA DURAÇÃO ESTÁ PARA DURAR O desemprego de longa duração cresceu 2,8% em Julho comparado com Junho, envolvendo 160 701 indivíduos. In Diário de Notícias E não vamos ficar por aqui. Ainda não foram contabilizados os novos desempregados, vitimas directas e indirectas dos fogos. Mais aqueles que vão aparecer em virtude da não retoma económica. |
| 25-08-2003 15:24:00 |
Os nosso dias Agora que as férias estão a acabar.. Preparemo-nos para o trabalho... Os nosso dias vão ser qualquer coisa como isto... link |
| 25-08-2003 12:20:00 |
Se não és meu amigo....és meu inimigo! Pilotos franceses denunciam "provocações escandalosas" nos areoportos americanos Reagindo às desventuras de um co-piloto da Air France preso na semana passada no aeroporto JFK de Nova Iorque por ter feito uma piada que desagradou ao pessoal de segurança, os pilotos da companhia aérea francesa denunciaram ontem as "provocações escandalosas" dos agentes da Transportation Security Agency (TSA), o organismo federal americano que tem por missão neutralizar qualquer tentativa de terrorismo aéreo. O co-piloto da Air France, Philippe Rivère, foi libertado contra o pagamento de uma caução de 6600 euros. Mas será julgado em Nova Iorque no próximo dia 24 e corre o risco de uma pena de cinco anos de prisão nos EUA, por "declarações mentirosas". Excedido com o pessoal de segurança que lhe exigia os sapatos para verificação, isto quando era um dos dois pilotos do voo com destino a Paris, Rivère ironizou sobre a eventualidade de os seus sapatos estarem armadilhados. O que lhe valeu ser encarcerado. "O caso de Philippe de Rivère está longe de ser uma excepção", frisa Carlos Garcia, secretário adjunto do Sindicato Nacional de Pilotos de Linha (SNPL) franceses: "Mais de uma centena de pilotos, alguns deles americanos, encontraram-se já implicados em incidentes deste tipo, com consequências diversas". Mas são essencialmente as tripulações francesas as mais visadas pelo zelo dos agentes da TSA. Uma hospedeira da Air France cuja identidade não foi revelada, foi retida durante cinco horas no aeroporto de Nova Iorque porque algumas gotas de óleo tinham caído no seu passaporte durante o voo entre Paris e a cidade americana. "O que é esta merda? O teu visto é falso e estás a tentar escondê-lo?", pretendeu um agente da TSA. Para o SNPL, esta situações humilhantes são "inadmissíveis". "Os pilotos da Air France sofrem provocações em consequência da política estrangeira da França [que se opôs à intervenção dos EUA no Iraque] e estão ulcerados pela atitude escandalosa das autoridades americanas", declarou, por seu lado, Philippe Raffin, secretário-geral do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), especificando: "Essas provocações, que incluem obrigar os comandantes de bordo a despirem-se em frente dos passageiros, são indignas de um país como os EUA. São exigências inaceitáveis, que não têm nada a ver com medidas de segurança, mas sim com medidas de represália contra a política estrangeira francesa". Os grandes sempre dominaram os mais pequenos! Senão qual era a piada de serem os maiores! |
| 25-08-2003 11:48:00 |
Técnicos ignorados Antigamente foram 40 anos de opressão, agora foram 21 de desleixo. Cada um que tire as conclusões. Técnicos ignorados Há 21 anos que um estudo feito por especialistas sobre combate a incêndios florestais está esquecido nas gavetas governamentais. Todos os Executivos, desde 1982, era Pinto Balsemão Primeiro Ministro, ignoraram o extenso e detalhado relatório elaborado por um grupo de trabalho criado para o efeito e cuja análise e conclusões mantêm toda a actualidade. O Grupo de Trabalho Para o Estudo do Emprego de Meios Aéreos em Incêndios Florestais alertava, já nessa altura, para algo que na recente vaga de fogos foi notório: «demora de intervenção no combate por falta de meios, de acessos ou de ambas as coisas». E este aspecto, aliado à «frequente falta de rapidez e de precisão na detecção», ganha especial importância no documento a que o DN teve acesso, onde se chama a atenção para «a circunstância de, durante o Verão, se verificarem com frequência longos períodos de ventos fortes, quer de NW, quer de E ou SE». Situação que, frisa o relatório, «vem dar ainda maior relevo às preocupações apontadas, sabido que, em tais condições, um incêndio florestal progride com enorme rapidez». Afinal, a surpresa dos ventos fortes que nas últimas semanas alguns responsáveis viram como uma das principais causas da progressão dos incêndios, é algo que há mais de 20 anos consta de um dossier, então entregue a Ângelo Correia, ministro da Administração Interna. Documento em que também já se dizia que «a área média destruída por incêndio é particularmente elevada, quer em valor absoluto, quer comparada com o que se passa noutros países». Além de que, acrescentam os autores do texto, «deve admitir-se que um número relativamente elevado de incêndios não vem referido nas estatísticas por limitações de informação». Um grupo de especialistas nomeados pelos ministérios da Administração Interna, Defesa, Agricultura e Pescas e Qualidade de Vida, Estado Maior da Força Aérea, Serviço Nacional de Protecção Civil e Serviço Nacional de Bombeiros defendia, em Maio de 1982, a imperiosa necessidade de «uma intervenção muito rápida e precisa, bom potencial de impacto sobre o fogo e capacidade de transporte de pessoal apeado, devidamente equipado, até focos de incêndio situados em locais inacessíveis ou tardiamente acessíveis aos meios terrestres». Nada do que se discute agora no triste rescaldo dos fogos que consumiram mais de 300 mil hectares de floresta em menos de um mês é novo, incluindo a questão dos meios aéreos que, na altura, constituiu o principal motivo para o estudo que foi feito. E do qual, apurou o DN, nunca foi dada qualquer explicação ou resposta aos respectivos autores. O grupo de especialistas, que se deslocou a França e ao Canadá para observar e colher, localmente, experiências no combate aéreo aos fogos florestais, apontava, no relatório final, para a aquisição de três aviões Canadair CL-215. E justificava: «É um excelente avião de combate a incêndios e a prova está em que pelo menos 70 destes aviões» operam em países como a «Tailândia, Grécia, Jugoslávia, França, Espanha, Canadá e Venezuela». Mais: «É o meio aéreo de combate a incêndios florestais preponderante em países de características tão próximas das nossas como a Grécia (11 unidades), França (15 unidades+5 encomendadas), Espanha (17+3 encomendadas) e Itália (5 unidades recentemente encomendadas)», sustentavam os técnicos. E, como que antecipando os fogos do Verão de 2003, o relatório alertava para a «conveniência em estender a capacidade de intervenção dos meios aéreos a todo o território continental, embora a mancha resinosa situada a Norte do Tejo, sobretudo na faixa central do País, deva continuar a constituir a mais importante preocupação em qualquer esquema de emprego desses meios». O resultado é conhecido. Portugal tem preferido gastar o dinheiro a alugar os aviões a Espanha e deixou passar o tempo sem que nada de fundo se fizesse para defender a floresta. Pelo menos nos últimos 20 anos. Canadair propôs compra de aviões em 'leasing' A 25 de Março de 1982, o ministro Ângelo Correia recebe uma carta da Sociedade Comercial Albon, Ld.ª, representante em Portugal da Canadair, que lhe propõe a aquisição dos aviões em financiamento leasing, com a intermediação do Chemical Bank of London. Assinada por Luís Ribeiro e pelo general Galvão de Melo, a carta propõe a compra dos aviões pelo Banco, com quem, depois, o Governo português celebraria «um contrato de compra/aluguer a médio termo» até 10 anos. Do ponto de vista técnico, os grandes argumentos para a aquisição dos Canadair eram a sua superior capacidade de combate directo às chamas, além de se assumir como um avião de propósitos múltiplos: vaporizador químico, patrulhamento anfíbio e transporte de emergência. Mas nem estas características nem as facilidades de pagamento convenceram o Governo português a avançar para o negócio. In Diário de Noticias |
| 25-08-2003 1:48:00 |
Expectativas Expectativas...e aqueles que te avaliam O dono de um talho foi surpreendido pela entrada dum cão dentro da loja. Ele enxotou-o mas o cão voltou logo de seguida. Novamente ele tentou espantá-lo mas reparou que o cão trazia um bilhete na boca. Ele pegou o bilhete e leu: - Pode mandar-me 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor ? O cão trazia também dinheiro na boca, uma nota de 50 euros. Ele pegou no dinheiro, pôs as salsichas e a perna de carneiro num saco e colocou-o na boca do cão. O talhante ficou realmente impressionado e como já estava na hora, decidiu fechar a loja e seguir o cão. Este começou a descer a rua e quando chegou ao cruzamento depositou o saco no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar. Atravessou a rua e caminhou até uma paragem de autocarro, sempre com o talhante a segui-lo. Na paragem, o cão olhou para o painel dos horários e sentou-se no banco para esperar o autocarro. Quando o autocarro chegou o cão foi até à frente para conferir o número e voltou para o seu lugar. Outro autocarro chegou e ele tornou a olhar, viu que aquele era o número certo e entrou. O talhante, boquiaberto, seguiu o cão. De repente o cão levantou-se, ficou em pé nas duas patas traseiras e apertou o botão para saltar, tudo isso com as compras ainda na boca. O talhante e o cão foram caminhando pela rua quando o cão parou à porta de uma casa e pôs as compras no passeio. Então virou-se um pouco, correu e atirou-se contra a porta. Tornou a fazer o mesmo mas ninguém respondeu. Então contornou a casa, pulou um muro baixo, foi até à janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Caminhou de volta para a porta e, de repente, um tipo enorme abriu a porta e começou a espancar o bicho. O talhante correu até ao homem e impediu-o dizendo: "Deus do céu homem, o que é que você está a fazer? O seu cão é um génio!" O homem respondeu: "Um génio ??? Esta já é a segunda vez esta semana que este cão estúpido se esquece da chave!". Moral da história: Podes continuar a exceder as expectativas mas, aos olhos daqueles que te avaliam, isso estará sempre abaixo do esperado... |
| 25-08-2003 1:45:00 |
Álcool ao ataque Criminalidade aumenta em 2003 A CRIMINALIDADE aumentou cerca de 3% nos primeiros seis meses deste ano, com 108.785 ocorrências registadas, segundo um balanço provisório da PSP a que o EXPRESSO teve acesso. Um dos delitos que mais influenciaram esse acréscimo nas áreas de intervenção desta polícia - zonas urbanas - foi o crime rodoviário, designadamente a condução sob efeito do álcool e sem habilitação legal, com uma subida da ordem dos 32% no número de casos detectados nas operações de fiscalização. In Expresso Parece que todas as campanhas efectuadas tiveram pouco sucesso. A fiscalização também parece não resolver a questão. Assim parece só restar uma solução: Endurecer as penalizações. |
| 23-08-2003 22:33:00 |
Profecia .......zangada Área ardida é igual ao Algarve Mais de 400 mil hectares de floresta foram destruídos pelo fogo UMA ÁREA equivalente à quase totalidade do Algarve (83%) e a 5% de Portugal - 417 mil hectares de floresta, mata e áreas agrícolas e urbanas - foi consumida pelos fogos que lavraram no país entre 27 de Julho e 18 de Agosto. Este valor representa o quádruplo da média anual dos últimos 12 anos. Os cálculos, a que o EXPRESSO teve acesso em primeira mão, são fruto de uma análise de imagens de satélite da NASA, efectuada esta semana por um grupo de investigadores liderado por José Miguel Cardoso Pereira, professor do Instituto Superior de Agronomia. A análise tem uma margem de erro de 10% e o valor real de área ardida andará entre 400 e 440 mil hectares. Mais uns anitos e temos de emigrar para Espanha; só alguns bichinhos conseguem viver no meio do carvão. |
| 23-08-2003 21:44:00 |
Uma questão de prestige Poluição do "Prestige" Fecha Praias na Galiza Vinte e seis praias da província galega de Lugo foram ontem interditadas devido a nova vaga de poluição libertada pelo petroleiro "Prestige", naufragado em Novembro do ano passado. Nos últimos dois dias, deram à costa 55 toneladas de fuelóleo, o que levou ao encerramento de outros areais, revela o jornal "La Voz de Galicia". Um balanço da Associação de Educação Ambiental e do Consumidor, ontem divulgado, diz que a carga poluente do "Prestige" foi responsável, até agora, pela retirada de mais de meia centena de bandeiras azuis em praias de várias regiões espanholas. In Público Dizia-se que a situação estava controlada. E não vamos ficar por aqui, quase de certeza. |
| 23-08-2003 16:01:00 |
Piolhos versus pelota Piolhos do Corpo Apareceram com as Primeiras Peças de Vestuário O aparecimento dos piolhos do corpo que colonizam os humanos coincidiu com o início do uso de vestuário pelos nossos antepassados humanos, conclui um estudo genético feito por cientistas alemães e publicado no jornal "Current Biology". O "Homo sapiens" partiu do continente africano entre 50.000 a 100.000 anos atrás, para penetrar nas regiões mais frias da Europa. Foi durante esta altura que o piolho do corpo - "Pediculus humanus humanus" divergiu do piolho do pêlo - "Pediculus humanus capitis". O clima mais frio das regiões europeias tornou cada vez mais peremptória a necessidade de envergar peles de animais como protecção contra o frio. Os piolhos encontraram uma nova casa. "Parece-me bastante óbvio que os piolhos do corpo tenham aparecido quando os seres humanos começaram a utilizar a roupa", disse o investigador Mark Stoneking, do Instituto de Antropologia Evolucionária, em Leipzig, na Alemanha. Além destas conclusões, os cientistas compararam os piolhos dos humanos com os piolhos dos chimpanzés. Constataram que as duas espécies de piolhos deixaram de se conseguir cruzar com descendência fértil na mesma altura em que homens e chimpanzés partilharam o último antepassado comum, há 5,5 milhões de anos. Outra coincidência aponta para o facto de homens e piolhos caminharem juntos há muito tempo. Tal como os seres humanos, os piolhos africanos são geneticamente mais diversos do que os piolhos que coabitam com humanos de outras paragens, provando que as espécies de piolhos tiveram origem em África. In Público Conclusão: Não quer piolhos, ande em pelota. Com o calor que tem estado, é só uma questão de imoralidade - é imoral ?. E imoralidade neste país não é problema, anda por aí tanta. |
| 23-08-2003 15:06:00 |
Há dinheiro ou não? Coimbra paga fortuna a Rolling Stones Câmara diz que concerto de inauguração do Estádio vai ter «custo zero» O PRESIDENTE da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação, ainda não aprovou a realização de um concerto dos Rolling Stones na inauguração do renovado estádio municipal da cidade, em princípio a 21 de Setembro, e diz que só o fará se «o contrato for juridicamente inatacável». Esta atitude vem na sequência de uma polémica carta enviada à autarquia (com cópia para o Governo) pelo anterior promotor dos concertos dos Stones em Portugal, questionando a possível utilização de dinheiros públicos no pagamento de 2 milhões de euros ao grupo. Fontes do EXPRESSO asseguram que essa verba corresponde ao dobro do que está a ser cobrado na actual digressão. O vereador da Juventude, Nuno Freitas, garante que o concerto terá «custo zero» para a autarquia, sendo a responsabilidade financeira assumida pelo promotor, a empresa Ritmos & Blues, à qual são alocadas todas as receitas de bilheteira (esperam-se 40 mil pessoas), patrocínios (o principal é a Galp Energia) e «merchandising». A Câmara assegura que nem a verba de 125 mil euros até agora orçamentada para a festa de inauguração irá ser paga à Ritmos & Blues. Esta empresa recusa confirmar o concerto porque ainda não assinou contrato devido a problemas de saúde do sexagenário Mick Jagger. Diz ainda ter provas de que o «cachet» de 2 milhões não está inflacionado. In Expresso Quando o País está na crise que se sabe, em que não há dinheiro para nada é incrível que se gaste tanto dinheiro na inauguração de um estádio! Não basta a celeuma que se levantou quanto ao número de estádio necessários ao Euro 2004. Depois não querem ser classificados de terceiro mundistas! |
| 21-08-2003 15:40:00 |
Poucos com muito, e muitos com pouco A monogamia surgiu há cerca de 20 mil anos A monogamia é uma invenção recente da humanidade. Não tem mais que 20 mil anos, quando o homem moderno ("Homo sapiens", a espécie a que todos pertencemos) surgiu em África há mais de 100.000 anos. Durante grande parte da evolução humana, poucos homens tiveram a oportunidade de procriar, porque o regime que vigorava era a poligamia. Assim, a árvore genealógica da actual população masculina remonta a um número muito reduzido de antepassados, conclui um estudo realizado por cientistas da Universidade de Ferrara, em Itália. As conclusões da equipa de Isabelle Dupanloup foram publicadas na revista "Journal of Molecular Evolution" e resultam da comparação entre a evolução demográfica dos homens e das mulheres no Paleolítico (um período compreendido entre há 70 mil a 20 mil anos, explicitam os investigadores). Ao contrário do que se poderia pensar, os períodos de maior diversidade genética não são coincidentes para os dois sexos. As populações femininas parecem ter crescido notoriamente desde os primeiros milénios, quando os humanos estavam a colonizar o planeta. Por outro lado, o crescimento e a diversidade das populações masculinas teve lugar bem mais tarde, em algumas regiões talvez até depois do fenómeno da agricultura e da sedentarização. Mas Isabelle Dupanloup sublinha que o facto de a expansão demográfica masculina ter sido mais tardia não significa necessariamente que tenha havido mais mulheres do que homens. O que se pode supor, diz num comunicado de imprensa do Fundo Nacional para a Investigação Científica da Suíça, que apoiou o estudo, é que foram poucos os homens que tiveram muitos filhos. Assim, foram poucos os que puderam transmitir os seus genes às gerações futuras. Mas como chegaram os cientistas a estas conclusões? Utilizando técnicas da paleontologia molecular, mais precisamente o estudo do ADN mitocondrial (para conhecer a evolução das linhagens femininas) e do cromossoma Y (para estudar a dos homens). Como o cromossoma Y é transmitido de pais para filhos do sexo masculino - sem que haja recombinação o cromossoma X, feminino -, é possível usar as suas taxas de mutação genética como uma espécie de relógio molecular, que permite identificar fundadores de linhagens e datar determinados acontecimentos, como a expansão das populações humanas pelo globo. Assim, a equipa de Dupanloup recolheu amostras ao ADN de 2000 indivíduos - metade europeus e a outra metade originários do resto do mundo - para tentar compreender quando se deu o pico de diversidade genética da população masculina. Os resultados apontam para que o período de maior diversidade masculina tenha ocorrido há cerca de 18.000 anos. Isto não quer dizer que antes existiam mais mulheres do que homens. "Durante grande parte da história humana, poucos homens tiveram muitos descendentes. Muitos não tiveram oportunidade de se reproduzir", adianta a investigadora. "Podemos dizer que apenas um subgrupo de homens transmitiu os seus genes às gerações futuras", acrescenta. O motivo é o sistema da poligamia, que fazia com que um pequeno número de homens tivesse haréns com várias mulheres. Mas, para concluir o estudo, faltava comparar os resultados com a curva da população feminina dos nossos ancestrais. O cálculo é efectuado com a ajuda de um método semelhante, mas baseado em genes que nos são transmitidos apenas pelas mulheres, ou seja, pelas nossas mães. O património genético existente no núcleo de todas as células codifica todas as instruções necessárias para construir e manter vivo um ser humano. Mas as mitocôndrias, estruturas que se encontram foram do núcleo e têm um ADN diferente, são transmitidas às gerações futuras apenas pela mãe: os espermatozóides não as têm. Estudando as taxas de mutação dos genes mitocondriais, os cientistas obtêm um relógio molecular equivalente ao do cromossoma Y. O que a equipa constatou foi que as populações femininas conheceram explosões de diversidade demográfica muito diferentes das sofridas pelas populações masculinas. "Os momentos de maior diversidade feminina [no Paleolítico] foram há 70.000 anos, em África. Seguiram-se a Ásia, há 55 mil anos, e a Europa, há 40.000 anos", explicou a investigadora. Este desfasamento, conclui, suporta a hipótese da prática da poligamia durante o Paleolítico. In Público Poucos com muito, e muitos com pouco! Há muitos mil anos que é assim! Será algum factor genético imutável! |
| 21-08-2003 15:05:00 |
A excepção da regra Oceanário bate recorde de visitantes O Oceanário de Lisboa, no Parque das Nações, estabeleceu no sábado passado um novo recorde de visitantes, com um total de 7.866 pessoas num só dia, avança a Lusa citando uma fonte da Parque Expo. Agosto é habitualmente o melhor mês do Oceanário, que, desde a sua abertura, em 1998, recebeu já cerca de oito milhões de visitantes. O anterior recorde tinha sido estabelecido no dia 14 de Agosto de 2000, com 7.645 visitantes. O Oceanário de Lisboa, herdeiro do Pavilhão dos Oceanos da Exposição Mundial de Lisboa, é um dos equipamentos culturais e de lazer mais visitado do país. Durante a Expo`98, o Pavilhão dos Oceanos foi visto por 3,2 milhões de visitantes, a que correspondeu uma média diária de 24.000 pessoas. A manta de dois rostos, o papagaio-do-mar, o peixe- lua são algumas das estrelas que despontam de entre os mais de 10 mil animais de 250 espécies que povoam os habitats do Oceanário. Esta é a prova de quando despimos o casaco, e levamos a sério o projecto, somos dos melhores! É pena é que esta disposição seja a excepção e não a regra. Contudo, podemos incutir nos nossos filhos a quebra desta disposição. |
| 21-08-2003 12:53:00 |
Paga quem não deve - não paga quem deve Perante a noticia : Candidatos a eleições passam a ganhar 1/3 do salário Os futuros candidatos a eleições arriscam-se a perder grande parte dos privilégios que mantêm. Segundo a edição de quinta-feira do Público, o novo Código de Trabalho prevê que, nessas alturas, os candidatos apenas recebam da entidade patronal 1/3 do salário que normalmente teriam direito. Por outro lado, foi também reduzido o número de dias em que se pode faltar ao trabalho por causa de uma candidatura política. De acordo com o Público, até agora, bastava provar que fazia parte de uma lista de candidatos a um órgão político para que tivesse automaticamente direito a faltar durante um mês ao trabalho, recebendo a remuneração normal. A redacção do artigo 220º do Código de Trabalho estabelece que só as faltas «dadas por candidatos a eleições para cargos públicos, durante o período legal da respectiva campanha eleitoral», são justificadas. O PCP , BE e PEV estiveram contra as alterações à lei. O PS concordou com o princípio de limitar o número de faltas, mas não com a diminuição do salário. Baseado em que principio e com que moral deve ser o patronato a pagar o salário de quem em principio está ao serviço do país? Porque não o Estado a pagar o vencimento!? Qual a razão para ser sempre a pagar quem não deve, e a não pagar quem deve? |
| 21-08-2003 12:35:00 |
O comentador-político Segue-se extracto de notícia do Diário Económico: Comentadores em causa própria O modelo português de políticos no activo a comentar política nas televisões é impensável noutros países. A maneira como os políticos portugueses no activo são promovidos a comentadores televisivos residentes é impensável noutros países. O papel de analistas da vida política, que eles próprios protagonizam, é uma originalidade nacional que vai acentuar-se na "rentrée". Com a transferência para Carnaxide do ex-comentador da RTP Pedro Santana Lopes - também presidente da Câmara Municipal de Lisboa e número dois do PSD -, a SIC generalista vai passar a ter uma rubrica diária de comentadores residentes no Jornal da Noite, sendo que alguns serão políticos no activo (ver texto ao lado). É uma moda a caminhar para um costume: Marcelo Rebelo de Sousa, ex-presidente social-democrata, comenta há três anos na TVI e marca a agenda política com as suas palavras (de resto, o primeiro-ministro é informado quase instantaneamente dos comentários mais polémicos ou críticos); a televisão do Estado contrapunha a Santana os comentários do socialista José Sócrates e, agora, anda à procura de um novo formato; a SIC-Notícias tem um leque alargado de políticos/comentadores que rodam em debates diários; Mário Soares é o analista da Antena 1. É uma particularidade portuguesa. Noutros países não seria possível ver o presidente de câmara da capital despir o casaco de político e aparecer como comentador fixo (ver textos em baixo). Pedro Magalhães, politólogo, investigador do Instituto de Ciências Sociais, considera, em declarações ao Diário Económico, que «Portugal é um dos países europeus que vai mais longe, ao dar a políticos no activo espaços regulares e remunerados de comentário na comunicação social». Na mesma linha, Sebastião Lima Rego, membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social (AACS) - que contestou o modelo de comentário de Sócrates e Santana na RTP numa deliberação daquele órgão em Dezembro -, entende que este modelo, «não sendo único no mundo, é uma originalidade portuguesa que não é muito saudável». Na sua opinião, tal seria igual a «ter Pinto da Costa como comentador desportivo». Isto porque os analistas «não precisam de ser neutros, mas devem estar isentos de interesses concretos». O director-adjunto de informação da SIC, Ricardo Costa, contrapõe que a filosofia da estação é «ir buscar os melhores. No estrangeiro, são os próprios políticos que não querem ser comentadores, mas essa é uma decisão que o político tem de tomar», acrescenta. «É óbvio que temos algum critério de equidade, mas nunca escolhemos os nossos comentadores por razões partidárias». Para o ex-comentador José Sócrates, ser ao mesmo tempo analista e político é perfeitamente natural. O dirigente socialista sublinha, ao DE, que «o dever de um político é intervir no debate, e isso passa pela televisão». De resto, o antigo opositor de Santana Lopes nas noites de domingo da RTP, considera que há dois modelos clássicos: o dos jornalistas que comentam; e «o dos políticos que não disfarçam que são políticos», numa referência bastante clara, embora não assumida, a Marcelo Rebelo de Sousa, que o DE não conseguiu contactar até à hora de fecho desta edição. Segundo o investigador Pedro Magalhães, é preocupante a maneira como «a informação está contaminada pelos comentários», fazendo com que sejam ouvidos «como forma de entretenimento», o que pode ser aplicado tanto ao estilo de Marcelo Rebelo de Sousa como ao de Santana Lopes, que, refira-se, também não foi possível contactar até ao fecho da edição. Outro dos problemas que se coloca é se estes políticos não usam o espaço de comentário para fazer passar a sua própria agenda, preparando a opinião pública para a concretização das suas ambições futuras. «Apesar de não haver estudos ou dados que o confirmem, presume-se que esta presença dê uma oportunidade de os políticos falarem directamente às pessoas e ganharem destaque, seguindo a sua agenda política», conclui. É tipicamente português! O Zé português dos sete ofícios! Faz-se publicidade às nossas ideias, e acrescenta-se uns cobres aos magros ordenados. |
| 19-08-2003 13:08:00 |
Beber ou não beber eis a questão Os empregados habituados a beber com os colegas depois do trabalho têm mais hipóteses de ser promovidos e de serem mais bem pagos, indica um estudo realizado por uma universidade escocesa. Segundo a equipa de economistas da Universidade de Sterling, autora do estudo, os assalariados que bebem álcool com moderação ganham em média 17% mais do que os seus colegas abstémios. A explicação, afirmam os investigadores, reside no facto da confraternização em torno dos copos de vinho ou cerveja depois do trabalho ajudar a criar um clima de confiança e de camaradagem entre os colegas, para além de permitir aproximar os empregados dos seus superiores hierárquicos, num clima de convívio descontraído, estabelecendo relações relações úteis para a progressão na carreira, acrescentam. Todavia, os grandes bebedores, ou seja, os homens que bebem mais de 12 litros de álcool por semana e das mulheres que bebem 9 litros, ganham em média menos 6% do que os colegas mais moderados, embora recebam mais 5% em relação aos que vão directamente para casa depois do trabalho. “ O estudo mostra que não é preferível não beber álcool”, resumiu o professor David Bell, do departamento de Economia da Universidade. “As pessoas que bebem moderadamente parecem efectivamente ser mais bem pagas”, acrescentou. “ Os salários começam a baixar quando se ultrapassam as recomendações em matéria de consumo de álcool semanal, mas é preciso beber realmente muito para que isso se torne um problema”. Contudo tenha em atenção a condução, pois se for apanhado com álcool a mais no sangue, não vá dizer ao juiz que estava a investir na promoção. |
| 18-08-2003 14:25:00 |
O país está de tanga e é preciso apertar o cinto mas... O país está de tanga e é preciso apertar o cinto mas... Barroso ganha mais do que Aznar Um estudo do Diário Económico concluiu que o primeiro-ministro Durão Barroso ganha mais do que o seu congénere espanhol, avançando a ideia de que não é apenas em Portugal que os políticos são mal pagos quando em comparação com o sector privado. A análise do jornal de economia é inequívoca: da Europa aos EUA, todos os líderes políticos ganham mal em relação aos privados. Concentrando-se na Península Ibérica, concluí-se que o primeiro-ministro Durão Barroso recebe um salário bruto de 7,2 mil euros - 6% superior ao do seu hómologo espanhol, José María Aznar. A questão ganha contornos ainda mais curiosos quando se sabe que os salários espanhóis são claramente superiores aos nacionais, entre os 20% e os 50%. A nível de ministros dos dois governos, a supremacia salarial portuguesa acentua-se, com a agravante de as remunerações espanholas incluírem as ajudas de custo, que em Portugal são pagas à parte e constituem parte substancial do bolo mensal de cada líder político. Apenas o presidente do Parlamento espanhol supera o seu congénere, ganhando cerca de mais 45%, enquanto os deputados nacionais são mais bem pagos em termos comparativos do que os seus colegas do país vizinho. |
| 17-08-2003 22:45:00 |
Uma questão de matemática Portugal é membro destacado em quase todas as estatísticas da Europa dos 15. Ora estamos nos primeiros lugares quando a coisa é má, ou nos últimos lugares quando convinha o contrário. E a situação parece que tem vindo a piorar. De vez em quando, lá parece uma noticiazita, para levantar o nosso ego, mas são grãos de areia no imenso deserto. A noticia de um jovem português ganhou uma menção honrosa nas Olimpíadas Internacionais da Matemática levanta-nos a moral? Lembra-nos que afinal não somos tão parvos como parecia? Ou indica-nos que perante tão parcos resultados, temos que pedir à CEE um subsídio qualquer, para estimular o estudo da matemática? Admite-se num País que diz querer integrar o pelotão da frente da Europa Comunitária permitir que em cursos superiores sejam admitidos alunos com notas de 5 a 9 valores? Claro que não. Somos estúpidos? Claro que não. Temos um problema hereditário e insolúvel? Claro que não. Mas o que se tem feito para alterar esta situação? Muito pouco, certamente. Ou então, o que se fez, tem resultados medíocres. Então o quê? Andamos talvez a mandar areia para os nossos próprios olhos, ou a enfiar a cabeça no chão como a avestruz, e a esperar que um raio milagroso nos atinja, e que mude a situação de um dia para o outro. A situação é grave, porque da qualidade da formação da nossa juventude, depende o desenvolvimento do nosso país amanhã! E esta formação leva anos a realizar. Hoje fala-se muito da Irlanda e do desenvolvimento aí efectuado, mas não se revela que essa transformação começou à mais de uma década. A matemática é nos últimos anos o maior problema dos alunos. Todos o reconhecem, desde o governo aos professores, passando pelo ministério da educação. No entanto para além desta constatação, parece que nos limitamos a esperar que o problema desapareça com o passar dos anos, como de uma constipação de tratasse. Os pais dos alunos aparecem também como um elemento passivo, uma vez que já passaram pelo problema, em vez de exigirem das estruturas educacionais deste país a resolução do problema. Os técnicos e as estruturas educacionais deste país têm de certeza os problemas identificados à muito tempo, no entanto a questão arrasta-se sem solução visível. O problema tem de ser enfrentado com firmeza, e efectuar as modificações necessárias na sua aprendizagem, nem que isso colida com interesses instalados, e talvez aqui resida o verdadeiro problema – os interesses instalados. Se a Associação Portuguesa de Matemática diz que a resolução do problema é muito simples, de que estamos à espera? Talvez a vontade política não seja suficiente forte. Talvez a classe docente não esteja receptiva à reforma proposta nomeadamente por esta associação. Talvez esta situação, seja lucrativa para o ensino superior particular – parece que o oficial também beneficia. Talvez as mudanças necessárias para a resolução do problema, sejam contrárias aos interesses instalados. O problema até pode ser complicado, e não pretendo apresentar nenhuma solução milagrosa. O que pretendo dizer é que o problema é grave, que já se arrasta à muito, e que a resolução é urgente. Lá diz o ditado “ se boa cama fizeres, nela te deitas “. Assim ou mudamos a nossa mentalidade e pegamos o “touro pelos cornos”, ou ficamos no “coitadinho” da cauda da Europa. E a cauda é cada vez maior. |
| 16-08-2003 12:36:00 |
Coliformes Hoje um matutino noticiava que, “...um estudo, que decorreu nas últimas cinco semanas, na Praia de Mindelo o valor de coliformes totais teve um máximo de 2900 (16 de Julho) para um valor recomendado de 500...” e continuava, “...Praia Azul, situada na marginal da cidade de Vila do Conde, o estudo detectou situações pontuais em que os coliformes fecais ultrapassaram 50 vezes os máximos recomendados....” A propósito do assunto relembrei uma piada que tinha recebido o mês passado e que dizia: beber ou não beber ... Foi comprovado em pesquisa científica que se beberes mais de 1 litro de água por dia, durante 1 ano, no final do ano terás ingerido mais de 1 quilograma de coliformes fecais que estão diluídos na água, ou seja, 1 quilo DE M*RDA!!!!!! Já bebendo cerveja... não se corre esse risco uma vez que esses coliformes não sobrevivem ao processo de fermentação. Por isso peço que comuniques a todos os que bebem água, que essa porra faz mal.!! Está dado o aviso! Depois não digas que eu não avisei!!!!!!!! Quem tiver consciência vai chegar à conclusão de que: "É muito melhor beber cerveja e dizer m*rdas, do que beber m*rda e não dizer nada". Entretanto e a propósito do calor, li que o consumo que o consumo da cerveja, tinha aumentado 30%. Será que muita gente também recebeu o mail, e o levou a serio? |
| 16-08-2003 0:36:00 |
Uma questão de tanga Veio hoje a público que dois aviões Canadair estiveram três hora parados na base Beja por falta de óleo!!! Mais, o óleo teve de vir de Seia e de carro!!! E quando os aviões ficaram prontos, já não tinham condições para voar, e assim voltaram a Cascais, apesar de terem condições para pernoitar, em Beja!!! Já não bastava os aviões terem de vir do Algarve a Cascais para abastecer!!! Só faltava a tripulação ser do Porto e querer ali dormir! O País está de tanga ! Certíssimo! O Serviço Nacional de Protecção Civil está de tanga! A organização das nossas parcas capacidades está de tanga! Os bombeiros já estão com os meios materiais e humanos de tanga! A nossos recursos florestais estão de tanga! Há muitos portugueses com os seus haveres queimados de tanga! O exercito de desempregados aumentou com estes fogos – mais uns de tanga! Portanto nunca o nosso Primeiro falou com tanta de verdade : Se o País não estava de tanga passou a estar! Até a Manela está de tanga – a receita dos impostos baixou mas as despesas não. Portanto só falta dar a volta por cima. Arranjar dinheiro no estrangeiro. Exportar ...... tangas! |