| quinta-feira, 29 de Outubro de 2009 | 13:39 |
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Radicais pedem estudantes boicotem homenagem a Yitzhak Rabin
Radicais de direita entregaram panfletos na entrada de vários colégios de Jerusalém nos quais pedem que os estudantes boicotem os atos de hoje em lembrança do assassinato do primeiro-ministro israelense Yitzhak Rabin, há 14 anos.
O aniversário do assassínio em 1995 por um ultranacionalista judeu é a 4 de Novembro, segundo o calendário gregoriano, mas, em Israel, as festas e actos oficiais são regidos pelo calendário judaico.
Por isso, a ocasião é lembrada hoje com diferentes actos institucionais e em todos os centros de ensino.
Os panfletos condenam o assassínio do primeiro-ministro, cometido pelo extremista da direita nacionalista israelita Yigal Amir, mas também critica o «legado de Rabin».
Os estudantes podem ler que não é uma mensagem «contra Rabin como pessoa», mas «contra a sua memória» e legado político.
Os folhetos dizem que a linha política do falecido primeiro-ministro defende «não respeitar outros, e a abolição de todas as posições», e acusam-no de satanizar a população nos colonatos judaicos, bem como os activistas de extrema-direita.
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