Wraygunn regressam aos discos e aos concertos
Os portugueses Wraygunn editam em março o álbum "L´Art Brut", novamente voltado para o património do rock n´roll e da música negra, e apresentam-no ao vivo em quatro concertos pelo país.
Os concertos, hoje anunciados, acontecem a 17 de março na discoteca Lux, em Lisboa, no dia 22 no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, no dia 23 no Acert, Tondela, e no dia 24 no Hard Club no Porto.
Além deste quatro concertos, tem agendada uma atuação a 07 de abril em La Rochelle, França, país que tem elogiado o trabalho da banda.
"L´Art Brut" é o quarto álbum de originais da banda de Paulo Furtado e Raquel Ralha e surge cinco anos depois do elogiado "Shangri-la". Neste intervalo Paulo Furtado prosseguiu a carreira a solo como Legendary Tigerman.
Os Wraygunn, baptizados com uma junção do nome do guitarrista Link Wray com o detetive fictício Peter Gunn, surgiram em 1999 e editaram o primeiro álbum, "Soul Jam", em 2001.
Apresentava-se como uma banda que ia beber às raízes do rock n´roll, do soul e dos blues, reforçada com as vozes de Raquel Ralha e Selma Uamusse.
Depois de "Soul Jam" editaram "Eclesiastes 1.11" (2004), que lhes valeu rasgados elogios da crítica francesa e vendas superiores a dez mil unidades no mercado daquele país.
"L´Art Brut", que tem como primeiro single o tema "Don´t you wanna dance", foi produzido por Nelson Carvalho e Paulo Furtado.
O álbum "retoma o caminho dos anteriores discos dos Wraygunn: a constante renovação do legado do Rock´n´Roll através da exploração da sua relação com a mais profunda música negra norte-americana", refere a empresa de agenciamento da banda.
Diário Digital / Lusa




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