UE diz que é preciso aumentar ajuda humanitária aos refugiados sírios
A chefe da diplomacia da União Europeia (UE), Catherine Ashton, e países como o Reino Unido e a França, lembraram hoje a difícil situação humanitária dos refugiados do conflito sírio e defenderam um aumento dos esforços para o envio de ajuda.
«Temos que continuar a trabalhar com os países vizinhos que recebem os refugiados sírios, especialmente a Turquia, Líbano e Jordânia, mas também o Iraque», disse Catherine em Bruxelas, onde participa hoje num Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros no qual serão aprovadas novas sanções contra figuras que apoiam o regime de Bashar al Assad, assim como um maior controlo do embargo de armas.
A alta representante europeia destacou que «é muito importante continuar com as sanções e com o processo político».
O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Laurent Fabius, insistiu na necessidade de reforçar as sanções contra o regime sírio, defendendo também que a UE se pronuncie «com mais força» para proporcionar ajuda humanitária aos refugiados.
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, William Hague, concordou com a necessidade de aumentar a ajuda humanitária para os refugiados nos países vizinhos e pediu mais «apoio prático» para a oposição, assim como o início da preparação para a transição e a era «pós-Assad».




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