18-11-2012 às 20:42

Alunos de mestrado da Universidade de Coimbra vão estagiar no Laboratório da PJ

Os alunos de mestrado de Química Forense da Universidade de Coimbra vão poder realizar estágios no Laboratório de Polícia Científica da Polícia Judiciária (PJ), em Lisboa, ao abrigo de um protocolo a celebrar na segunda-feira.

O diretor da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), Luís Neves, realçou hoje à agência Lusa a importância deste acordo de colaboração, que se inscreve "numa tradição da FCTUC de criar e transmitir conhecimento para a sociedade".

"É muito enriquecedor este tipo de colaborações com empresas, autarquias e outros organismos do Estado", sublinhou.

Nos períodos de estágio no Laboratório de Polícia Científica da PJ, os mestrandos de Química Forense da FCTUC poderão aprofundar os "estudos de impressões digitais por métodos de imagiologia química", refere uma nota da assessoria de imprensa da Reitoria da Universidade.

O objetivo é obter "o máximo de informação a partir das impressões digitais latentes", como, por exemplo, "perceber se o autor das impressões digitais manipulou" determinadas substâncias, como drogas, explosivos e outras.

Na FCTUC, disse Luís Neves, cabe aos mestrandos do curso de Química Forense, atualmente frequentado por 12 alunos, desenvolverem novas metodologias que depois "sejam benéficas para a investigação" no laboratório da Polícia Judiciária, onde continuarão os estudos numa vertente mais concreta.

O protocolo de colaboração vai ser assinado na segunda-feira, às 15:00, no edifício central do Polo II da Universidade de Coimbra, pelos diretores da FCTUC e do Laboratório de Polícia Científica, Luís Neves e Carlos Farinha, respetivamente.

Pesquisar, recolher, tratar, registar vestígios e realizar perícias nos diversos domínios das ciências forenses, nomeadamente da balística, biologia, documentos, escrita manual, física, lofoscopia, química e toxicologia são algumas das competências do laboratório da PJ.

Cabe-lhe ainda "divulgar a informação técnico-científica que se revele pertinente perante novos cenários de criminalidade" e emitir pareceres e prestar assessoria técnico-científica no domínio das suas competências em ciências forenses, realça a nota divulgada pela Reitoria da Universidade.

Diário Digital com Lusa

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