Carta aberta à CPLP pede que seja recusada adesão da Guiné Equatorial
Um grupo de figuras e de associações cívicas divulgou hoje uma carta aberta à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) a pedir que seja recusada a adesão da Guiné Equatorial à CPLP.
O texto defende que a Guiné Equatorial não deve tornar-se membro de pleno direito da CPLP «enquanto não estiver comprovado materialmente o cumprimento das condições expressas nos Estatutos» da organização lusófona (que preconiza o primado da democracia e dos direitos humanos, entre outros) e insta os governos da CPLP a «reconsiderarem o estatuto de Observador» já atribuído.
As entidades subscritoras do texto, como a organização não-governamental Oikos ou o CIDAC - Centro de Intervenção para o Desenvolvimento Amílcar Cabral, referem que têm acompanhado a situação dos direitos humanos na Guiné Equatorial e «não verificam quaisquer progressos nem tão pouco motivos para satisfação».
Diário Digital / Lusa




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