| quarta-feira, 26 de Maio de 2004 | 15:26 |
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UE: trabalhadores portugueses com menos formação universitária
A taxa de formação universitária dos trabalhadores portugueses (11%) é a mais baixa da União Europeia (UE), sendo que Portugal constitui também, juntamente com a Eslováquia, o país da UE onde os empregos na área da cultura têm menor peso (1,4% do total), indica esta quarta-feira o Eurostat, o gabinete de estatística da UE.
No conjunto dos Vinte e Cinco, 4,2 milhões de pessoas trabalham naquela área.
O Eurostat – que utiliza dados de 2002 - refere que a média de emprego na cultura representa 2,5% do total do emprego, uma taxa que varia entre os 1,4% em Portugal e Eslováquia, os 3,2% no Reino Unido (3,2%) e os 3,3% na Holanda e Suécia, estando a Estónia à cabeça da lista, com 3,7%.
O estudo indica que 40% das pessoas que trabalham nesta área possuem educação universitária, contra 24% dos trabalhadores de outras áreas da economia.
Portugal (com 25%) encontra-se, juntamente com a Itália (27% e o Luxemburgo (31%) entre os países com menor proporção de universitários nas ocupações relacionadas com a cultura, enquanto a maior proporção foi observada na Lituânia (79%), Chipre (69%) e Estónia (60%). França, Espanha e Bélgica têm 51%.
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