| quinta-feira, 20 de Abril de 2006 | 07:00 |
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Pulseira electrónica abrange actualmente 501 arguidos
Um total de 501 arguidos beneficia actualmente do uso da pulseira electrónica, uma medida alternativa à prisão preventiva que, após ter sido alargada a todo o país há um ano, permitiu ao Estado poupar três milhões de euros.
Num balanço do primeiro ano de aplicação da vigilância electrónica a nível nacional, Conde Rodrigues, secretário de Estado adjunto do ministro da Justiça, salientou à Agência Lusa o «sucesso» da medida em termos de alternativa à prisão preventiva, vantagens na reinserção social dos arguidos e redução de custos do sistema.
Considerando a relação entre o custo total da vigilância electrónica (2.678.139 euros), no período de Março de 1005 a Fevereiro de 2006, e o número total de dias acumulados (131.354) de monitorização da medida, cada arguido em vigilância electrónica custou por dia 20,29 euros, o que correspondeu, face ao sistema prisional, a uma poupança diária efectiva de 22,69 euros por arguido, referem dados oficiais a que a Lusa teve acesso.
Este valor traduziu-se, segundo dados do Instituto de Reinserção Social (IRS) tutelado pelo Ministério da Justiça, numa «poupança real anual de 2.980.4 22,26 euros».
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