| terça-feira, 6 de Junho de 2006 | 08:29 |
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Novo plano turístico para Alqueva prevê 22.500 camas
A ocupação turística para as margens da albufeira de Alqueva cresceu para 11 unidades hoteleiras, que somam no seu conjunto 22.500 camas, contra as seis unidades e um máximo de 480 camas aprovadas inicialmente, noticia hoje o Público.
O administrador delegado da Gestalqueva, Bento Rosado, revelou que já foram anunciadas intenções de construir, em redor do Alqueva, 11 unidades turísticas, escreve hoje o jornal, lembrando as seis unidades hoteleiras e um máximo de 480 camas aceites no tempo em que José Sócrates era ministro do Ambiente.
O administrador delegado da Gestalqueva disse, na semana passada, durante um debate na Escola Superior Agrária de Beja, que acredita que «estes projectos podem garantir a viabilidade do empreendimento se forem feitos com rigor».
Por outro lado, disse, podem vir a representar «uma ajuda para superar os problemas de desertificação e subdesenvolvimento» da área da região alentejana sob influência da barragem, escreve o jornal.
Esta decisão representa uma alteração muito significativa na política de ordenamento prevista em 2002 para o Alqueva e por José Sócrates enquanto ministro do Ambiente.
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