| terça-feira, 30 de Setembro de 2003 | 11:22 |
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Estudo britânico deita por terra eficácia dos protectores solares
Um estudo realizado por investigadores britânicos permitiu concluir que, ao contrário do que sempre se pensou, a grande maioria dos protectores solares não consegue uma protecção eficiente contra o cancro da pele. A notícia é avançada esta terça-feira pela BBC. Por conseguinte, recomenda-se que as pessoas mantenham as roupas vestidas e permaneçam à sombra.
Publicado no Journal of Investigative Dermatology, o estudo, liderada pelo professor Roy Sanders, do Research Charity Raft, em Inglaterra, conclui que a grande parte das marcas-líder no mercado de cremes protectores contra os raios solares não garante qualquer protecção contra os efeitos nocivos do sol e o surgimento do cancro da pele.
Contudo, o mesmo estudo também refere que as pesquisas têm de continuar, no sentido de se descobrir se algum dos cremes existentes actualmente no mercado consegue algum nível de protecção.
A equipa de investigadores analisou inúmeras amostras de pele, as quais, depois de receberem os mais diversos cremes protectores, confirmaram, segundo o responsável pela pesquisa, que estes «não conseguem oferecer qualquer protecção contra a acção dos radicais livres», que provocam danos no ADN do ser humano e favorecem o aparecimento do cancro da pele.
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