| quinta-feira, 24 de Julho de 2003 | 21:31 |
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Robots no cinema: os andróides sonham?
César de Oliveira*
O que liga Exterminador Implacável III a A.I. - Inteligência Artificial? O mesmo que os separa: a relação entre máquina e ser humano. Desde 1926, com o pioneiro Metropolis, de Fritz Lang, a indústria cinematográfica tem alimentado a temática. «Será que os andróides sonham?», pergunta o escritor Philip K. Dick.
Quer sejam cyborgs assassinos ou humanóides em busca da essência, de um lugar no mundo ou mesmo de uma alma, o cinema manteve uma relação fiel com os robots. Num primeiro período, após a revolução industrial ter trazido novos conceitos e novos rumos à imaginação, as frias e assustadoras máquinas eram vistas não só como desafios mas como ameaças; depois, com a evolução da tecnologia, passaram a ser parte fundamental dos padrões de vida da humanidade; agora, a inteligência artificial lança a discussão para aspectos morais e éticos. Os filme acompanharam esta evolução.
Isaac Asimov, nascido a 2 de Janeiro de 1920, na cidade de Petrovichi, a 400 km de Moscovo, foi um dos autores de ficção científica mais renomados do mundo. Escreveu mais de 470 livros e definiu, em 1942, as Três Leis da Robótica:
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